13º salário: invista com inteligência em 2025! Quite dívidas, crie reserva e maximize seus rendimentos. Dê um up nas finanças!
Muitas ideias surgem quando o momento de receber o 13º salário se aproxima: viagens, compras, presentes para a família. Mas, além disso, é importante pensar em prioridades financeiras. Especialistas alertam que pagar dívidas e criar uma reserva de emergência devem ser consideradas.
A principal recomendação é quitar dívidas, especialmente aquelas com juros altos. O rotativo do cartão, por exemplo, pode ter taxas que ultrapassam 300% ao ano, enquanto investimentos conservadores costumam render cerca de 12% ao ano. Uma estratégia intermediária envolve priorizar o pagamento dessas dívidas, renegociar prazos e, ao mesmo tempo, começar a investir, mesmo com aportes menores no início.
Após essa etapa, é possível se organizar para as despesas do começo de ano, como IPTU, IPVA e matrículas escolares. O 13º pode ser um grande aliado para evitar começar o ano no vermelho. Em seguida, é fundamental criar uma reserva de emergência, que deve ser composta por recursos de alta liquidez e baixo risco.
O ideal é ter o equivalente a pelo menos seis meses de gastos mensais, garantindo segurança para imprevistos.
Para a reserva de emergência, opções como Certificados de Depósito Bancário (CDBs) ou Tesouro Selic são recomendadas. A partir daí, é possível diversificar os investimentos, buscando proteção e construção de patrimônio. A escolha do investimento ideal depende do seu objetivo: se você está poupando para a aposentadoria ou para realizar um sonho de curto prazo, como trocar o carro ou fazer uma viagem.
A diversificação é sempre a melhor alternativa, mas a composição da carteira deve ser individualizada, levando em conta seu perfil de risco, objetivos, momento de vida e outras particularidades. É importante ter cautela, pois o mercado pode apresentar volatilidade, especialmente com a expectativa de queda de juros no Brasil e nos Estados Unidos.
No entanto, não se deixe paralisar pelo medo, pois o mercado faz máximas sucessivas em ciclos de alta.
Para aproveitar as oportunidades, é recomendável ter um pé na bolsa brasileira e em fundos multimercados, que surfam esses movimentos de queda de juros. A renda fixa, como CDBs, LCIs, LCAs e fundos de renda fixa high grade, também deve ser considerada, assim como investimentos em inflação, como NTN-Bs.
Além disso, investimentos dolarizados podem ser uma boa opção, com uma porcentagem entre 10% e 15% da carteira. Mas, acima de tudo, evite a poupança, que rende apenas 70% do CDI.
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