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A energia contribui com até 92% do custo dos alimentos, aponta pesquisa

Expansão da tarifa social para grandes consumidores industriais afeta o IPCA.

Por: Redação ZéNewsAi

03/07/2025 14:39

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Uma pesquisa da Abrace (Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres) divulgada nesta quinta-feira (3.jul.2024) indica que o preço da energia elétrica no Brasil ultrapassa o valor apresentado na conta de luz para os consumidores.

Conforme o estudo, 41,5% do consumo de energia está incorporado no custo das mercadorias, 26,9% no custo dos serviços e apenas 34,7% é pago diretamente na fatura mensal. Veja o documento completo (PDF – 4 MB).

A Abrace aponta que o impacto dos custos energéticos afeta diretamente a competitividade da indústria, sendo um dos principais vetores da inflação. Produtos com alta dependência de energia no custo final englobam:

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O estudo revela que o custo unitário da energia para a indústria aumentou 1.299% entre 2000 e 2024 na eletricidade e 2.251% no gás natural. Paralelamente, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) apresentou alta de 326% no mesmo período.

A progressão dos valores da energia no Brasil ultrapassou os níveis globais. Em dólares, o custo da eletricidade para a indústria brasileira elevou-se 231,4% de 2000 a 2024. No mesmo período, os incrementos foram de 127,5% nos Estados Unidos e 100,2% na União Europeia. Já o preço do gás natural no Brasil aumentou 115,8%, enquanto despencou 72,6% no mercado norte-americano.

A entidade aponta que essa alta contribuiu para a inflação brasileira ultrapassar a meta estabelecida pelo Banco Central em mais de 50% entre 2000 e 2024. O aumento dos preços da energia, conforme o estudo, resultou no aumento do custo de vida, na diminuição de investimentos, na perda de arrecadação e no desemprego.

A reforma do setor elétrico.

A Abrace critica a reforma do setor elétrico promovida pela MP (Medida Provisória) 1.300/2025, apresentada pelo governo ao Congresso em maio. A associação argumenta que, apesar de buscar reduzir o custo da energia para famílias de baixa renda, a medida desloca os subsídios para outros consumidores, notadamente os industriais de alta tensão, gerando impactos nos custos de produção, nos preços e na inflação.

A MP institui uma tarifa social que garante a isenção total da conta de luz para famílias do Cadastro Único com renda per capita até meio salário mínimo (R$ 759, atualmente) e consumo limitado a 80 kWh. A partir de sábado (5.jul), a medida está em vigor, mas necessita de aprovação do Congresso para se tornar lei.

A reforma concede isenção da CDE para famílias com renda entre meio e um salário mínimo (R$ 1.518) e consumo de até 120 kWh/mês. O governo projeta que aproximadamente 60 milhões de pessoas possam ser alcançadas.

A Abrace estima que a implementação dessa política recairá sobre os consumidores que continuam no mercado livre, notadamente nas indústrias. A associação projeta um aumento de até 20% no custo da energia para consumidores industriais de alta tensão. Essa elevação, segundo a Abrace, pode gerar uma pressão inflacionária adicional de 2 pontos percentuais no IPCA nos próximos 12 meses.

O órgão declara que, além de afetar a competitividade da indústria e comprometer investimentos, a distribuição ampla de encargos ao setor produtivo aumenta o custo de vida da população, elevando os preços de bens essenciais, como alimentos, materiais de construção e serviços públicos.

Fonte por: Poder 360

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Foto do Redação ZéNewsAi

Autor(a):

Redação ZéNewsAi

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