Crianças e adolescentes enfrentam novos desafios no mundo digital! 🚨 Nova orientação da AAP alerta: tempo de tela não basta! Descubra como proteger o sono, aprendizado e saúde mental dos jovens. Saiba mais!
Crianças e adolescentes estão crescendo em um mundo cada vez mais digital, e os especialistas estão percebendo que o impacto dessa transformação vai muito além do simples número de horas que passam em frente às telas. Uma nova orientação da American Academy of Pediatrics (AAP) destaca que simplesmente impor limites de tempo de tela não é mais suficiente para proteger o sono, o aprendizado e a saúde mental dos jovens.
O documento, divulgado recentemente e noticiado pela ABC News, representa uma mudança significativa na forma como a pediatria aborda o uso de tecnologias digitais.
A AAP observa que o ambiente digital atual é drasticamente diferente do que existia há uma década, quando a principal preocupação era o excesso de televisão. Hoje, crianças e adolescentes estão expostos a uma variedade de tecnologias, incluindo redes sociais, vídeos com reprodução automática, jogos online, plataformas educacionais e aplicativos projetados para manter o usuário engajado por mais tempo.
Estudos indicam que o uso excessivo de dispositivos digitais pode levar a problemas de sono, dificuldades de concentração, queda no desempenho escolar e um aumento nos sintomas de ansiedade e depressão, especialmente entre os adolescentes.
A entidade enfatiza que o foco agora deve ser na qualidade do conteúdo que as crianças consomem, bem como no contexto em que o uso das telas ocorre e no impacto individual que isso tem em cada criança. A AAP reconhece que regras rígidas podem gerar conflitos familiares e dificultar o diálogo entre pais e filhos sobre o mundo digital.
A entidade também ressalta que dispositivos não devem ser usados como substitutos de interação humana, especialmente na primeira infância, fase crucial para o desenvolvimento emocional e social.
Entre as principais orientações da AAP estão: Observar o comportamento da criança após o uso das telas, garantindo que ela durma bem, mantenha bom desempenho escolar e tenha relações sociais saudáveis. Os pais devem acompanhar o que seus filhos consomem nas mídias, usar as mídias junto com eles e conversar sobre os conteúdos vistos online. É importante garantir que o uso de telas não substitua sono adequado, atividade física, leitura e interação social presencial.
A AAP sugere a criação de planos familiares de mídia flexíveis, adaptados à idade da criança, em vez de limites genéricos.
Além do papel das famílias, a AAP aponta que empresas de tecnologia e formuladores de políticas públicas também têm responsabilidade na criação de um ambiente digital mais seguro. A entidade defende mais transparência nos algoritmos, proteção de dados de crianças e adolescentes e ferramentas eficazes de controle parental.
O consenso entre os pediatras é que o mundo digital faz parte da vida das crianças e não pode ser ignorado. No entanto, a nova orientação deixa claro que limitar apenas o tempo de tela já não responde aos desafios atuais.
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