Ação Caótica nas Construtoras: Vendas Frustrantes e Ações em Queda Livre!

Ações da Cyrela e MRV caem após resultados fracos nas prévias de 2025! 📉 Investidores atentos à queda nas vendas e no indicador VSO. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Ações de Construção Civil Reagem Negativamente às Pré-Vendas do Quarto Trimestre

O Ibovespa registrou uma queda nesta sexta-feira, 16, com a Direcional (DIRR3) liderando as perdas. O movimento reflete uma avaliação cautelosa do mercado em relação às prévias operacionais do quarto trimestre de 2025, que apresentaram resultados abaixo das expectativas.

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A construtora Cyrela (CYRE3) também sofreu com a divulgação, enquanto outras empresas do setor, como a MRV&Co (MRVE3) e a Cury (CTRY3), também registraram quedas.

A Direcional, em particular, viu seus papéis caírem 6,89% no topo do ranking de maiores perdas. A empresa reportou uma geração de caixa recorde, com R$ 389 milhões no quarto trimestre e R$ 882 milhões no ano, mas a menor janela de vendas da marca resultou em uma queda no indicador de Vendas Sobre Oferta (VSO) trimestral para 21%.

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A empresa também adquiriu 26 terrenos, totalizando um VGV de R$ 8,4 bilhões, encerrando o ano com um landbank de R$ 58,4 bilhões em VGV.

Análise do Mercado e Indicadores Chave

A Empiricus destacou que, apesar da continuidade de um crescimento, os números ficaram abaixo das estimativas da casa. O indicador VSO, que mede a relação entre o volume de vendas e o volume de ofertas, é um fator crucial para investidores, refletindo a confiança no potencial de crescimento das empresas.

A queda no VSO, combinada com o recuo nas vendas contratadas, gerou preocupações sobre uma possível desaceleração no setor.

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Desempenho da Cyrela e Outras Construtoras

A Cyrela também operou em um cenário de cautela. No quarto trimestre, a companhia lançou 21 empreendimentos, com VGV de R$ 4,531 bilhões, uma queda de 33% frente ao mesmo trimestre de 2025 e de 10% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

O indicador VSO em 12 meses ficou em 45,2%, abaixo dos 55% registrados no mesmo período do ano anterior. A queda do VSO reforçou a percepção de uma prévia operacional mais fraca.

Fatores Adicionais e Perspectivas

Analistas apontam que o setor imobiliário é sensível às taxas de juros futuros, o que explica o comportamento do VSO. A queda nos juros futuros contribuiu para o ajuste nas ações das construtoras. A situação geral do mercado e o desempenho de outros setores também influenciam a percepção dos investidores sobre o setor de construção civil.

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