Acordo Orçamentário é selado nos EUAA! Governo é reativado com urgência. Trump deve assinar pacote de US$ 1,2 trilhão. Crise imigra é detonante!
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta terça-feira, 3 de fevereiro de 2026, um pacote de gastos que visa reativar grande parte da administração pública. O projeto agora aguarda a sanção do presidente Donald Trump, que deve assinar a medida ainda hoje.
A aprovação ocorreu por uma margem estreita, com 217 votos a favor e 214 contra, resultado de intensa pressão da Casa Branca para conter divergências entre republicanos.
O pacote, avaliado em US$ 1,2 trilhão, destinará recursos para financiar o governo federal até 30 de setembro, marcando o fim do ano fiscal. Entre os setores abrangidos pela medida estão o Departamento de Defesa (Pentágono), o Departamento do Tesouro, o Departamento de Educação, o Departamento de Trabalho, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos, e o Departamento de Relações Exteriores.
Uma das principais exclusões do acordo é o Departamento de Segurança Interna (DHS), que continuará operando com os níveis atuais até 13 de fevereiro. Essa decisão abre um período de aproximadamente 10 dias para negociações entre republicanos, democratas e a Casa Branca, buscando estabelecer novas regras para a política de imigração.
A situação se agravou após a morte do cidadão americano Alex Pretti, o que levou ao colapso de um acordo anterior e à paralisação do governo no último sábado. Em resposta, os democratas estão exigindo medidas mais rigorosas na atuação do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), incluindo o uso obrigatório de câmeras corporais, identificação visível, proibição de agentes mascarados, exigência de mandados judiciais para prisões e buscas, e o fim de patrulhas migratórias itinerantes, além da aplicação das mesmas regras de uso da força utilizadas por outras polícias.
A votação expôs as divisões internas tanto no Partido Republicano quanto no Partido Democrata. Apesar do apoio explícito de Donald Trump, o presidente da Câmara, Mike Johnson, enfrentou resistência de diferentes frentes. A aprovação do projeto, com uma margem de apenas 218 a 214, demonstra a fragilidade do apoio e a necessidade de compromissos.
Enquanto a paralisação do governo foi interrompida, a negociação sobre imigração continua sendo o principal foco. A falta de consenso até meados de fevereiro pode levar a uma nova crise orçamentária, especialmente se o financiamento do DHS expirar sem novas regras estabelecidas.
Republicanos e Democratas demonstram posições divergentes, com os democratas resistindo à prorrogação temporária sem mudanças concretas e os republicanos se opondo à exigência de mandados judiciais para ações migratórias e à proibição do uso de máscaras por agentes.
Os impactos da paralisação já se fazem sentir, com a suspensão de atividades em agências federais, o adiamento de dados econômicos e a licença forçada de servidores não essenciais. Líderes do Congresso alertam para os efeitos acumulados e a importância de um acordo abrangente para evitar novas instabilidades.
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