Crise nuclear avança com fim do Novo START! Rússia e EUA sob pressão. O que esperar de Washington e da China? Papa Leão XIV alerta para risco de nova guerra
A situação internacional se torna cada vez mais tensa com o fim do Novo START, um tratado que limitava o arsenal nuclear entre Rússia e Estados Unidos. Assinado em 2010, o acordo estabelecia um limite de 1.550 ogivas estratégicas implantadas, representando uma redução de quase 30% em relação a um limite anterior de 2002.
A data de expiração, marcada para 5 de fevereiro de 2026, coincide com um período de grande incerteza no cenário geopolítico.
A Rússia, sob a liderança de Vladimir Putin, anunciou o fim de sua vinculação ao tratado, alegando que as partes do Novo START “já não estão ligadas a nenhuma obrigação”. O Ministério das Relações Exteriores russo enfatizou a necessidade de agir com “prudência e responsabilidade” diante da situação.
O assessor diplomático de Putin, Yuri Ushakov, ressaltou a abertura para negociações e a busca pela estabilidade estratégica. No entanto, a postura cautelosa de Washington, liderada pelo Secretário de Estado Marco Rubio, que destaca a necessidade de incluir a China nas discussões devido ao seu crescente arsenal nuclear, adiciona complexidade à situação.
A China também se manifestou, reiterando a importância de “manter a estabilidade estratégica global” e apontando que suas capacidades nucleares são de uma escala diferente das de Rússia e Estados Unidos. A crescente preocupação com a situação se estende à comunidade internacional.
O Papa Leão XIV, em um raro pronunciamento sobre o tema, alertou para o risco de uma “nova corrida armamentista” e fez um apelo urgente para evitar abandonar o tratado sem garantir um seguimento concreto.
A situação é vista com apreensão por organizações como a ICAN (Campanha Internacional para a Abolição de Armas Nucleares), que instou Rússia e Estados Unidos a se comprometerem publicamente a respeitar os limites do Novo START enquanto se negocia um novo quadro.
Os sobreviventes das bombas atômicas lançadas em 1945 também expressaram o temor de que o mundo esteja caminhando para uma guerra nuclear com o fim do tratado.
A Rússia lamentou o fim do acordo, com o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmando que a situação é vista de forma negativa. A comunidade internacional observa atentamente os próximos passos, buscando evitar um cenário de instabilidade e risco nuclear.
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