Alternanthera Littoralis: Planta Brasileira Revela Poder Anti-Inflamatório Surpreendente!

Alternanthera Littoralis: Planta Anti-Inflamatória Validada!
Pesquisadores confirmam ação eficaz contra artrite. Estudo inovador da UFGD, UNICAMP e UNESP revela potencial terapêutico da planta. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Alternanthera Littoralis: Planta com Potencial Anti-Inflamatório Validado por Pesquisadores

Pesquisadores de três universidades brasileiras confirmaram que a planta Alternanthera littoralis, tradicionalmente utilizada na medicina popular, possui ação anti-inflamatória eficaz e oferece proteção às articulações em modelos experimentais de artrite. Os testes revelaram também um perfil de segurança promissor em doses terapêuticas, um avanço significativo após anos de uso tradicional.

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Estudo Multinstitucional e Resultados Promissores

O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Universidade Estadual Paulista (UNESP). Os resultados foram publicados na revista científica Journal of Ethnopharmacology. A pesquisa demonstra a importância de validar o conhecimento tradicional com rigor científico.

Análise Química e Testes Biológicos

A primeira etapa do estudo envolveu uma análise química detalhada do extrato etanólico das partes aéreas da planta, liderada pelo farmacêutico Marcos Salvador, do Instituto de Biologia da Unicamp. Em seguida, a equipe da farmacologista Cândida Kassuya, da UFGD, realizou os testes biológicos para avaliar os efeitos anti-inflamatórios da planta.

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Redução do Edema e Proteção Articular

Em modelos experimentais de artrite, o extrato da Alternanthera littoralis reduziu significativamente os sinais inflamatórios. “Observamos menor edema, melhora nos parâmetros articulares e modulação de mediadores inflamatórios, o que indica ação antioxidante e proteção dos tecidos”, afirmou Arielle Cristina Arena, professora da UNESP que coordenou a etapa toxicológica.

Próximos Passos e Considerações de Segurança

Apesar dos resultados animadores, os pesquisadores enfatizam que o extrato ainda não pode ser utilizado clinicamente. São necessários novos estudos pré-clínicos, ensaios clínicos em humanos, padronização do extrato e aprovação regulatória antes que a planta possa ser utilizada em tratamentos. “Os dados sustentam o potencial terapêutico da planta, mas o uso seguro depende de validação completa”, concluiu Arena.

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