Mercado imobiliário em 2025: aluguéis não brilham como investimento! CDI e ações superam rentabilidade. Saiba mais!
Em 2025, o mercado de aluguel de imóveis apresentou um desempenho positivo, mas com uma rentabilidade que não se destacou como investimento. Dados do FipeZap indicam que, apesar do crescimento nos valores de locação, a rentabilidade não foi suficiente para se comparar a outras opções disponíveis no mercado.
A rentabilidade do aluguel, conhecida como “rental yield”, é calculada dividindo o valor do aluguel mensal pelo preço de venda do imóvel mensal. Para obter a taxa anualizada, esse resultado é multiplicado por 12. Apesar de superar a inflação de 4,26% registrada em 2025, segundo a Elos Ayta, a rentabilidade do aluguel ficou aquém de outras alternativas mais conservadoras.
O CDI, com uma taxa de 13,91%, e a poupança, com uma valorização de 8,19%, apresentaram retornos superiores. A comparação se intensificou quando analisada a performance do mercado de ações, onde o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, registrou uma valorização de 33,99% no mesmo período.
Do ponto de vista do inquilino, 2025 foi marcado por aumentos nos aluguéis, com uma média de 9,44% de reajustes reais no setor. Essa pressão se manteve em uma sequência de reajustes, impactando o orçamento dos moradores.
Imóveis de um único dormitório se destacaram com um rendimento bruto anual de 6,68%, conforme dados do . Unidades maiores, com quatro ou mais quartos, apresentaram uma rentabilidade de 4,90%. Geograficamente, Belém (8,63%), Recife (8,37%) e Cuiabá (8,10%) lideraram os maiores yields do país.
Por outro lado, Vitória (4,32%), Curitiba (4,55%) e Fortaleza (4,63%) registraram os menores rendimentos, ficando abaixo da média nacional.
Mesmo nos mercados mais aquecidos, o desempenho dos aluguéis não foi suficiente para superar os retornos de aplicações atreladas ao CDI. Especialistas alertam que, no curto prazo, investir em imóveis para renda pode apresentar um retorno menor em comparação com outras opções, especialmente em cenários de juros altos. “O yield da locação considera também vacância, impostos e custos.
Com a valorização do imóvel, o rendimento percentual pode ficar ainda mais comprimido. Ou seja: o lucro mensal é limitado e pode levar anos para superar os custos de aquisição, manutenção e tributos”, explica Peixoto Accyoli, CEO da RE/MAX Brasil.
Apesar das limitações, imóveis ainda possuem potencial de valorização patrimonial, atuam como proteção contra a inflação e funcionam como uma reserva física de riqueza. Além disso, contratos de aluguel costumam ser corrigidos por índices inflacionários, e a valorização do bairro ou da cidade pode aumentar o valor do imóvel ao longo do tempo.
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