Especialista aponta falhas internas de Israel e Irã, juntamente com a coordenação com os EUA, como elementos-chave para entender o ataque recente sofrido por Israel.
A ação militar recente de Israel contra a Irã tem provocado intensos debates entre especialistas em relações internacionais, que buscam entender o sentido e o contexto dessa operação militar. A analista de relações internacionais da CNN, Fernanda Magnotta, apresentou, no CNN 360°, desta sexta-feira (13), uma análise abrangente dos fatores que podem ter influenciado a decisão israelense.
Conforme Magnotta, o momento do ataque é fundamental para compreender sua motivação. Ela ressalta que tanto Israel quanto o Irã estão passando por fases de fragilidade interna, o que pode ter influenciado a decisão de realizar a operação naquele instante.
Em Israel, o governo de Benjamin Netanyahu está sofrendo críticas internas e uma situação política instável. Recentemente, uma moção para dissolver o parlamento foi votada, embora Netanyahu tenha resistido politicamente. Esse cenário de pressão interna pode ter influenciado a decisão de agir contra o Irã.
Ademais, o governo iraniano encontra-se em uma situação delicada. Magnotta aponta que muitos consideram este o momento mais vulnerável do regime desde a revolução iraniana. Elementos como o assassinato de líderes, sanções econômicas e manifestações internas têm contribuído para essa fragilidade.
A analista também destaca o enfraquecimento das alianças regionais do Irã. Grupos como o Hezbollah, os Houthis e o Hamas têm sido alvo constante nos últimos meses, impactando sua capacidade de apoiar o regime iraniano. Além disso, aliados importantes como a Rússia estão focados em outros conflitos, como a guerra na Ucrânia.
A relação entre Israel e os Estados Unidos é outro elemento crucial nesta equação. Inicialmente, havia questionamentos sobre se Israel teria agido sem coordenação com os EUA, comprometendo potencialmente as negociações diplomáticas em curso. Contudo, informações recentes indicam que os americanos estavam cientes e dispostos a apoiar a ação israelense.
Magnotte argumenta que, embora os Estados Unidos não tenham participado diretamente da agressão, seu conhecimento e apoio à ação israelense adicionam uma camada de complexidade à situação, tornando o cenário ainda mais delicado no Oriente Médio.
Fonte por: CNN Brasil
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