Anceloti busca substituto após lesão de Paquetá na Copa de 2026

Carlo Ancelotti terá que mexer no time brasileiro pela segunda vez na Copa do Mundo de 2026 por imposição e não escolha.
Lucas Paquetá sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda após o jogo contra Japão; ele está fora das atividades até a disputa com a Noruega, marcada para domingo, dia 5, às 17h, em Nova Jersey Met Life Stadium.
O impacto da ausência tática
A confirmação da lesão ocorreu nesta terça – feira (30), sendo um revés significativo. O meia foi peça fundamental nas quatro partidas que o Brasil jogou no torneio inaugural edicionado pela CBF.
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Paquetá não é classificado como um camisa dez clássico de área fixa, mas sim por sua capacidade única: ligar meio e ataque ao mesmo tempo. Ele equilibra as transições do time brasileiro montado pelo italiano técnico Ancelotti; seu papel vai além das assistências ofensivas.
Essa perda ganha peso extra diante dos adversários mais fortes em campo. A Noruega chega às oitavas apostando fortemente na força física bruta e nos contra – ataques rápidos protagonizados tanto por Erling Haaland quanto por Alexander Sørloth — exatamente no tipo de jogo onde a marcação constante que Paquetá oferece faria falta
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Opções táticas para substituir Lucas Paquetá
O desafio é encontrar um substituto sem desequilibrar demais as funções do time, pois qualquer escolha pode alterar completamente o desenho estratégico da Seleção Brasileira.
Danilo Santos como opção conservadora. A alternativa mais segura seria escalar Danilo Santos. O volante atua em faixa similar àquela ocupada pelo meia lesionado e já esteve envolvido nos jogos contra Marrocos, Haiti e Japão.
Essa mudança preserva a estrutura tática original intacta no meio – campo brasileiro com Bruno Guimarães, Casemiro e Matheus Cunha nas mesmas posições de jogo definidas inicialmente; é uma troca peça por peça que reforça principalmente a proteção defensiva diante do perigo norueguês
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Apostas ofensivas para o confronto
Gabriel Martinelli ou Endrick em campo?
O técnico Ancelotti tem duas opções mais voltadas ao ataque.
Gabriel Martinelli surge como um nome ideal se for necessário dar ainda mais poder no setor criativo da equipe, já tendo sido autor do gol decisivo contra Japão.
Com Martinsellli (do Arsenal) entrando pela lateral – esquerda e avançando de forma centralizada — função que foi acionada por anelottti —, seria preciso reorganizar a defesa com Douglas Santos precisando ter maior contenção na marcação
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Aposta arriscada. Caso o Brasil precise desesperadamente aumentar sua presença dentro da área adversária em campo aberto, Ancelotti pode optar pelo 4-2-4. Essa formação agressiva repetiria uma estratégia usada logo após Paquetá sair no jogo japonês: Endrick entraria para ocupar esse espaço mais ofensivo.
O jovem atacante paulista teria um papel crucial nesse desenho de ataque intenso; contudo, essa mudança carrega alto risco contra equipes que vivem do poder dos contragolpes e exigem muita recomposição defensiva na marcação
Ajustes finais antes das oitavas
Além da ausência de Lucas Paquetá, há outros desfalques a serem considerados pelo técnico italiano. O jogador Raphinha (do Barcelona) se machucou ainda durante os jogos em fase de grupos com Haiti.
Vale lembrar também sobre as regras FIFA relativas à convocação: não é permitido trazer substitutos para jogadores lesionados quando o prazo regulamentar já foi encerrado.
Assim sendo, Ancelotti terá que recalibrar todo um equilíbrio tático — sob pressão inédita —, e essa definição deve sair nos treinos realizados na cidade de Nova Jersey.”
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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