Anvisa alerta: Crescimento de pedidos de semaglutida causa impacto no mercado! 🚀 A agência analisa 17 solicitações de medicamentos com a substância, impulsionadas por novo edital. Saiba mais!
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está avaliando um volume significativo de pedidos para registro de medicamentos contendo semaglutida. Atualmente, a agência possui oito pedidos em análise ativa, com um total de 17 solicitações recebidas desde o início do processo.
Destes, nove permanecem aguardando o início das avaliações técnicas detalhadas, refletindo o interesse crescente no mercado.
Dos pedidos em análise, sete se referem a medicamentos de origem sintética, enquanto um é de natureza biológica. A maioria dos pedidos foi protocolada em 2024, impulsionada por um edital da Anvisa que estabeleceu prioridades na avaliação de medicamentos pertencentes à classe terapêutica da semaglutida.
O primeiro pedido foi submetido no final de 2023, marcando o início desse processo acelerado.
Dois dos pedidos de semaglutida sintética estão em fase de exigência técnica, necessitando do fornecimento de informações adicionais pelas empresas responsáveis. O prazo para resposta a essas exigências se estende até o final de junho, o que dificulta a definição de um cronograma preciso para a conclusão das análises.
Os demais processos devem receber uma posição até o final de abril, com resultados que podem incluir aprovação, reprovação ou a necessidade de novas exigências.
Na categoria de biológicos, um produto está em análise e outro ainda aguarda o início da avaliação. A patente da semaglutida no Brasil expira nesta sexta-feira, 20. Apesar disso, a Anvisa enfatiza que a comercialização de qualquer medicamento depende da comprovação de eficácia, segurança e qualidade através do registro sanitário.
Atualmente, os medicamentos com semaglutida registrados no país são de origem biológica.
Os novos pedidos incluem tanto produtos biossimilares, obtidos por meio de processos biológicos, quanto versões sintéticas, conhecidas como análogos sintéticos de peptídeos biológicos. A Anvisa esclarece que esses produtos não podem ser classificados como genéricos ou similares.
No caso de medicamentos biológicos, o registro deve ser realizado como biossimilar ou como um novo produto, seguindo critérios específicos.
A análise dos análogos sintéticos de semaglutida representa um desafio técnico para as agências reguladoras. Até o momento, órgãos reguladores dos Estados Unidos, Europa e Japão não registraram esse tipo de produto. A Anvisa avalia diversos aspectos, como a presença de impurezas, formação de agregados, esterilidade e o risco de imunogenicidade, visando garantir que os medicamentos não causem reações indesejadas, como a produção de anticorpos que comprometam a eficácia do tratamento ou causem efeitos adversos.
A agência utiliza guias internacionais, como os da Organização Mundial da Saúde (OMS), como referência nesse processo.
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