Apeosp convoca paralisação em São Paulo: o que os professores exigem em 2026?

Apeosp convoca paralisação em São Paulo! Saiba as exigências salariais e educacionais que mobilizam professores contra o PL 1316. Clique e confira!

16/04/2026 10:07

2 min

Apeosp convoca paralisação em São Paulo: o que os professores exigem em 2026?
(Imagem de reprodução da internet).

Apeosp Convoca Paralisação de Professores em São Paulo por Reivindicações Salariais e Educacionais

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeosp) anunciou uma paralisação dos docentes para os dias quinta e sexta-feira, 9 e 10 de abril. A categoria está mobilizada em busca de melhorias significativas em suas condições de trabalho e na valorização profissional.

As principais reivindicações incluem o reajuste salarial alinhado ao piso nacional, além de mudanças em diversas políticas educacionais vigentes. Os professores também apontam para a necessidade de melhorias estruturais no ensino.

Pautas Centrais da Mobilização Docente

A pauta da mobilização é ampla e abrange pontos cruciais para a comunidade acadêmica. Entre os temas mais debatidos está a exigência de retirada do Projeto de Lei (PL) 1316, que trata de uma Reforma Administrativa na área da Educação.

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Demandas Específicas e Contra-Argumentos

Outro ponto de grande preocupação é a revogação da Avaliação de Desempenho, que os professores consideram injusta. Além disso, a entidade pleiteia a abertura de classes para o ensino regular e para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) no período noturno.

Há também a demanda por uma Educação Especial inclusiva que consiga atender adequadamente às necessidades de alunos atípicos e com deficiência. A luta também envolve a implementação da meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE).

Posicionamento da Liderança Sindical

Roberto Guido, presidente interino da Apeoesp, esclareceu que a paralisação é uma continuidade de uma campanha já iniciada. Ele enfatizou que o movimento busca garantir a devolução do confisco dos aposentados, entre outras questões importantes.

Guido criticou veementemente o PL 1316, classificando-o como mais um ataque ao setor educacional. Segundo ele, o projeto prevê avaliações que podem punir os professores, inclusive com a possibilidade de remoção obrigatória.

Questionamento do Modelo de Ensino

A entidade também manifesta preocupação com o que chama de “plataformização do ensino”. Este termo refere-se à crescente e intensa integração de plataformas de empresas privadas na rotina da sala de aula e no processo de aprendizagem.

Próximos Passos da Greve

Para definir os próximos passos da paralisação, está marcada uma assembleia para a tarde de sexta-feira, dia 10, às 16h. O encontro ocorrerá no Vão Livre do MASP, localizado na Avenida Paulista.

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