Argentina Rompe Laços com a OMS: Milei Defende Soberania Nacional

Argentina abandona a OMS após um ano! Javier Milei justifica decisão com soberania e críticas à atuação da organização. Crise? Especialistas alertam para riscos na saúde pública

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(Imagem de reprodução da internet).

Argentina Sai da OMS Após Anúncio de um Ano

A Argentina formalizou nesta terça-feira, 17 de julho de 2026, sua saída da Organização Mundial da Saúde (OMS), um ano após ter comunicado oficialmente sua intenção ao organismo. O anúncio foi feito pelo chanceler Pablo Quirno, que detalhou que a efetivação da retirada ocorreu em conformidade com os prazos estabelecidos pela Organização das Nações Unidas e pela Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados.

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O governo do presidente Javier Milei justificou a decisão com base na soberania nacional e em críticas à atuação da OMS. Segundo o Executivo argentino, a medida visa fortalecer a autonomia do país na definição de políticas de saúde pública, evitando, assim, possíveis interferências de organismos internacionais.

A saída da OMS representa um passo para que o país possa definir suas próprias estratégias de saúde.

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O governo de Milei assegura que a Argentina continuará colaborando em iniciativas de saúde em nível internacional, mas exclusivamente por meio de acordos bilaterais e mecanismos regionais. A gestão acredita que essa abordagem proporcionará maior flexibilidade na implementação de políticas de saúde adaptadas às necessidades específicas do país, além de garantir um controle mais direto sobre os recursos destinados à área.

A decisão gerou reações de especialistas em saúde pública e política externa, que expressaram preocupações sobre os potenciais impactos negativos. Críticos alertam para a possibilidade de prejuízos na coordenação internacional em situações de crises sanitárias e na troca de informações cruciais para o combate a doenças.

A saída da Argentina da OMS levanta questões sobre o futuro da cooperação global em saúde.

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