Argoplan: Nova Estratégia para Revitalizar Shoppings e Recuperar o Mercado!

Argoplan surge para salvar shoppings vazios! 🚀 Estratégia ousada da empresa que já administra 34 malls no Brasil e busca recuperar o mercado imobiliário. Descubra como!

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Argoplan: Uma Estratégia para Recuperar o Mercado de Shoppings

O Brasil aprendeu da maneira mais difícil que o excesso de investimento pode gerar consequências duradouras. Entre 2010 e 2015, uma onda de projetos de shoppings centers, impulsionada por investidores diversos, resultou em muitos empreendimentos superdimensionados e, consequentemente, vazios.

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Esse cenário ainda influencia o setor, mas surge a Argoplan para propor uma nova abordagem.

Fundada em julho de 2025 a partir da fusão entre a Argo e a Replan, a empresa já se destaca como uma das maiores administradoras de shoppings centers do país, gerenciando cerca de 34 empreendimentos em nove estados e movimentando um volume de vendas anual próximo de R$ 10 bilhões.

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A Argoplan busca se posicionar em um momento de reestruturação do mercado imobiliário, onde a subutilização de ativos e a crescente demanda por gestores especializados oferecem oportunidades.

O Desafio da Gestão de Shoppings

Segundo Felipe Andrade, sócio-diretor da empresa, “quando você erra um shopping, você carrega esse prejuízo por muitos anos”. A Argoplan se dedica a entender as particularidades de cada shopping, montando um mix de lojas que se adequa à realidade local e às necessidades dos consumidores.

A empresa não se limita a escolher lojas, mas sim a criar um ambiente completo, oferecendo serviços de segurança, limpeza, manutenção, marketing e até mesmo gestão condominial.

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Estratégias de Expansão e Recuperação

A estratégia da Argoplan combina a expansão através de novos projetos com a recuperação de ativos existentes. A empresa aposta em shoppings menores, com entre 15 mil e 18 mil metros quadrados de área bruta locável, em cidades médias com cerca de 100 mil habitantes, como o projeto em Avaré, interior de São Paulo.

O objetivo é evitar a construção de estruturas desproporcionalmente grandes para a demanda local. Além disso, a empresa busca replicar o que a empresa chama de “básico do Brasil”, com franquias conhecidas, opções de alimentação e serviços essenciais.

Shoppings como Centros de Convivência

A Argoplan reconhece que os shoppings centers desempenham um papel central na vida das cidades brasileiras, funcionando como pontos de encontro, oferecendo opções de lazer, compras e serviços. Essa característica, diferente de mercados como os Estados Unidos, onde os shoppings estão afastados dos centros urbanos, contribui para a resiliência do setor.

A empresa também se adapta ao avanço do e-commerce, integrando os dois canais, com lojistas utilizando os shoppings como base logística para entregas.

Investimentos em Regiões em Crescimento

Em outras regiões, a Argoplan investe em projetos maiores, como o Shopping Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, um complexo multiuso para atender uma área de 500 mil habitantes. A empresa também busca criar novos polos urbanos, como o projeto no Shopping Lagoa Santa, que visa resolver as necessidades de uma população de 500 mil habitantes que dependia da capital para acessar serviços.

Gestão de Ativos e Negociação com Varejistas

Além dos novos projetos, a Argoplan se destaca na gestão de ativos existentes, reestruturando shoppings com baixo desempenho, trocando o mix de lojas e reduzindo custos. A empresa também se beneficia do seu tamanho para negociar com varejistas, oferecendo condições vantajosas.

Com um volume de vendas anual de cerca de R$ 10 bilhões e 27 milhões de veículos, a Argoplan demonstra que o consumo segue estável, mesmo com juros elevados.

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