Ártico em ebulição: China e Rússia disputam rotas estratégicas! 🥶 Acesso facilitado pelo derretimento polar ameaça equilíbrio global. EUA alertam sobre expansão russa e chinesa. ⚠️ Conflito no Ártico redefine geopolítica mundial!
A disputa pelo controle do Oceano Ártico tem ganhado contornos geopolíticos complexos, impulsionada pelas mudanças climáticas e pela crescente importância da região para o comércio global. Especialistas em relações internacionais e geopolítica avaliam que os Estados Unidos buscam, em parte, dificultar o crescimento do comércio entre a China e a Europa, através do controle das rotas marítimas no Ártico.
A região, que antes era dominada pelo gelo, está se tornando cada vez mais acessível devido ao derretimento das calotas polares, o que pode reduzir o tempo de navegação entre os continentes.
A China tem se posicionado como um “país quase-ártico”, em cooperação com a Rússia, buscando aumentar sua presença no menor dos oceanos do planeta. O major-general português Agostinho Costa explica que os EUA, que já controlam praticamente todas as rotas comerciais e oceanos, têm uma presença reduzida no Ártico, o que tem levado a essa disputa.
A Rússia, com 54% do litoral do Ártico, possui uma posição estratégica que pode lhe dar controle sobre as rotas marítimas, caso a Rota Marítima do Norte se torne um elo vital no transporte marítimo global.
O governo dos EUA, sob a presidência de Donald Trump, tem demonstrado preocupação com a crescente influência da China e da Rússia no Ártico. Em 2024, o Departamento de Defesa dos EUA expressou a importância do Oceano Ártico para frear os concorrentes de Washington no cenário global, citando a invasão da Ucrânia pela Rússia, a adesão da Finlândia e da Suécia à Aliança do Atlântico Norte e os impactos das mudanças climáticas.
O presidente Trump tem ameaçado invadir e anexar a Groenlândia, medida que é criticada por aliados europeus, que temem uma retomada de estratégias de séculos passados, como a da pirataria e do controle dos mares.
Com apenas 56 mil habitantes, a Groenlândia é um território semiautônomo do Reino da Dinamarca. A disputa pelo controle da região pode ter implicações significativas para a segurança global e para a economia, com a China e a Rússia buscando expandir sua influência regional.
A Otan tem reforçado sua atenção no Norte, buscando conter essa expansão. A situação no Ártico representa um novo desafio para a geopolítica mundial, com o potencial de alterar o equilíbrio de poder e a dinâmica do comércio global.
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