Ataques a Irã elevam custos de seguro marítimo globalmente! Navios presos no Golfo Pérsico e Estreito de Ormuz: crise no Oriente Médio causa caos no comércio internacional
Os recentes ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no último sábado desencadearam um impacto imediato no comércio global, especialmente no setor de seguros marítimos. Seguradoras começaram a cancelar apólices e a elevar significativamente os custos de cobertura para embarcações que transitam pelo Golfo Pérsico e pelo Estreito de Ormuz.
Essa situação reflete o aumento da incerteza e do risco associado à região, intensificada pela escalada militar.
Corretores do setor, como Dylan Mortimer da Marsh, informaram que seguradoras especializadas em risco de guerra enviaram notificações de cancelamento para navios que operam na área. O mercado de seguros de Londres, através do Joint War Committee, também reagiu rapidamente, ampliando as zonas de risco no Golfo, incluindo águas próximas a países como Bahrein, Djibuti, Kuwait, Omã e Catar.
Essa expansão da zona de risco impacta diretamente o cálculo dos prêmios de seguro, obrigando embarcações a contratar coberturas adicionais.
O Estreito de Ormuz é crucial, pois é responsável pela passagem de cerca de um quinto do petróleo consumido globalmente, além de grandes volumes de gás natural. A interrupção do fluxo através desse estreito, devido ao aumento dos riscos, já está causando congestionamentos logísticos.
Dados da Bloomberg indicam que aproximadamente 750 navios ficaram presos na região, incluindo cerca de 100 navios porta-contêineres, representando 10% da frota global. Companhias de navegação também estão suspendendo reservas de carga para o Oriente Médio, o que pode gerar atrasos em portos da Europa e da Ásia.
Diante da situação, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a utilização da U.S. International Development Finance Corporation (DFC) para oferecer seguro de risco político e garantias financeiras para o comércio marítimo no Golfo.
Além disso, o governo americano planeja que a Marinha dos EUA possa escoltar navios petroleiros, caso necessário. Analistas consideram que essa iniciativa pode reduzir o risco percebido pelos armadores, mas alertam para desafios logísticos e militares envolvidos.
Executivos do setor marítimo demonstram cautela, questionando a eficácia do mecanismo de seguro e a cobertura dos riscos.
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