Atletas olímpicos enfrentam desafios de sono que afetam o desempenho! 😱 A pesquisa revela que 34% têm dificuldades para dormir, com riscos de doenças crônicas. 😨 Descubra como Tess Johnson e outros atletas lidam com a pressão e encontram o sono ideal! 😴 #Esportes #Olimpíadas #Sono
A pesquisa Global Sleep Survey da ResMed (2024-2025) revela um problema crescente no mundo do esporte de alto rendimento. Cerca de 34% dos entrevistados relatam dificuldades para adormecer e 29% para manter o sono, com esses problemas ocorrendo três ou mais vezes por semana.
Essa questão vai além do simples cansaço e da queda de desempenho no dia seguinte, podendo contribuir para o desenvolvimento de doenças crônicas como diabetes e hipertensão.
A situação se repete em diversas modalidades esportivas. Um estudo de 2024 com 1.603 atletas da Seleção Americana revelou que quase 40% relataram ter dificuldades para dormir. A rotina intensa de treinos, as viagens constantes e a pressão psicológica são fatores que contribuem para o mau sono desses atletas.
A esquiadora Tess Johnson, de 25 anos, competidora na categoria moguls, relata que sempre teve dificuldades para dormir na véspera de competições. “Às vezes acordo no meio da noite e fico remoendo coisas”, afirma ao New York Times. “Seja algo relacionado ao meu desempenho no esqui ou ao resultado.”
Em um cenário de alta pressão, como o das competições olímpicas, a preocupação com o sono pode ser contraproducente. Emily Clark, psicóloga do Comitê Olímpico e Paralímpico dos EUA, destaca que o objetivo é criar um ambiente o mais propício ao descanso, buscando escuridão, silêncio e frescor, sem ignorar que algumas interrupções são inevitáveis.
A esquiadora Tess Johnson, que competiu nos Jogos de 2018, lembra das paredes “finas como papel” em Pyeongchang. Para minimizar as distrações, ela passou a usar fones de ouvido com cancelamento de ruído e ruído branco. A esquiadora Julia Kern, da equipe de cross-country dos EUA, costuma viajar com travesseiro próprio e um mini umidificador para manter a estabilidade durante a temporada.
Essas estratégias de controle do ambiente são comuns entre os atletas.
Além disso, técnicas de relaxamento são utilizadas para ajudar a acalmar a mente. Kern, por exemplo, repassa a prova na sua cabeça após uma corrida, utilizando exercícios de respiração para se concentrar novamente. A psicóloga Emily Clark recomenda criar um “ritual” para dormir, como um banho quente ou ouvir música relaxante.
O monitoramento do sono pode ser útil, mas também pode gerar pressão e perfeccionismo. Alguns atletas se comparam com as pontuações de seus dispositivos, o que pode ser prejudicial. A esquiadora Tess Johnson experimentou rastreadores, mas o estresse de ser informada de que dormiu mal, mesmo se sentindo bem, não compensava.
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