Azul em Queda Livre! Ações despencam 95% após operação de capital. Nova emissão de 1,4 trilhão de ações causa pânico no mercado. Saiba mais!
As ações da Azul apresentaram uma queda expressiva nos últimos cinco pregões de 2026, acumulando uma desvalorização de 95,30%. Esse movimento significativo reflete diretamente o impacto da recente e ampla operação de aumento de capital, realizada pela companhia como parte de seu processo de recuperação judicial nos Estados Unidos.
A Azul colocou no mercado mais de 1,4 trilhão de novas ações, combinando ordinárias e preferenciais, levantando cerca de R$ 7,4 bilhões. O objetivo principal da emissão foi converter credores em acionistas, buscando reduzir a dívida da empresa, que ultrapassa os R$ 40 bilhões.
Essa grande emissão de ações resultou em um aumento considerável no número de ações em circulação, gerando uma diluição estimada em até 90% para os acionistas atuais, com potencial para afetar ainda mais os investidores minoritários.
A desvalorização das ações é atribuída, em grande parte, à dinâmica de oferta e demanda no mercado. A entrada massiva de novas ações no mercado reduz o valor relativo de cada papel existente, pressionando os preços para baixo. Segundo Virgílio Lage, especialista da Valor Investimentos, “o mercado costuma reagir mal a essas ofertas, basicamente.
Há muita diluição no papel”.
Lage complementou, explicando que “os investidores não confiam na recuperação mesmo com essa diluição em vista, o preço da emissão está muito abaixo das expectativas. Então a primeira reação de curto prazo é uma queda muito forte”. Ele mencionou que a situação envolve uma reprecificação do risco, vendas forçadas por investidores que não desejam participar da subscrição e uma alta expectativa de perda no valor do papel no curto prazo.
A pressão vendedora se intensificou com o início das negociações dos novos papéis, que foram agrupados em cestas para facilitar a negociação na bolsa. As ações preferenciais começaram a ser negociadas sob o código “AZUL54”, refletindo a conversão de dívidas em ações prevista no plano de recuperação judicial.
Embora a operação represente um avanço importante no processo iniciado em maio de 2025, quando a Azul recorreu ao Chapter 11, o impacto sobre as ações continua sendo determinado, principalmente pelos efeitos da diluição.
Em dezembro de 2025, mesmo após a aprovação do plano de recuperação judicial pela Justiça americana, com mais de 90% de apoio em todas as classes de credores, os papéis já haviam reagido negativamente, sendo negociados na casa dos centavos. A avaliação do mercado aponta para o redesenho da estrutura acionária da companhia como o principal fator por trás dessas quedas.
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