B3 atrai investimentos recordes! Ação dispara 26% em mês, impulsionada por novas fontes de receita e expectativas positivas. Analistas recomendam compra e projetam lucros surpreendentes. Saiba mais!
A ação da B3SA3 (B3), controladora da bolsa brasileira, teve um desempenho notável na última sexta-feira, 6, impulsionando a valorização do papel em quase 26% em pouco mais de um mês. O movimento, que elevou a ação em 4,86%, reflete o interesse crescente dos investidores na empresa, que busca diversificar suas fontes de receita e ampliar sua visibilidade no mercado.
A B3 tem se dedicado a expandir seus negócios, incluindo empresas adquiridas nos últimos anos, como Neurotech, Neoway, PDTech e Datastore, além da Unidade de Infraestrutura de Financiamento oriunda da antiga Cetip. Essa nova frente de receitas, que representa cerca de 10% da receita total da companhia, tem gerado otimismo entre analistas e investidores.
O presidente da B3, Gilson Finkelsztain, espera que a empresa reduza sua exposição aos ciclos do mercado de capitais, aumentando as receitas recorrentes e atraindo mais investidores.
O desempenho da ação também foi reforçado pela recomendação do UBS BB, que elevou sua nota de “neutra” para “compra”, com um preço-alvo de R$ 19,50. Analistas apontam que a controladora da bolsa brasileira deve acompanhar a evolução do mercado, com lucros superiores às expectativas e com uma gestão de qualidade.
O volume médio diário negociado (ADTV) atingiu valores expressivos, entre R$ 29 bilhões e R$ 33 bilhões em janeiro de 2026, indicando um forte interesse dos investidores.
Diversas instituições financeiras, como Apex Capital e XP Investimentos, também expressaram otimismo em relação à B3. A Apex Capital destaca a forte alavancagem operacional da empresa e a concorrência favorável, enquanto a XP Investimentos enxerga a B3 como um “play de dividendos”, com um histórico de pagamentos consistentes de dividendos (mais de R$ 22,5 bilhões nos últimos 10 anos) e um payout que variou entre 97% e 124% nos últimos 3 anos.
A corretora também ressalta a importância da revisão para cima das estimativas de lucro do consenso para 2026, impulsionada por benefícios fiscais via JCP e por volumes de negociação acima do projetado.
Apesar da forte valorização recente, algumas casas optaram por realizar lucros após a alta registrada em janeiro. A Planner retirou a ação da B3 de sua carteira de recomendações, mas reconhece a diversificação de receitas e os dividendos significativos da empresa.
A B3 continua investindo em tecnologia e novos produtos, o que pode impulsionar seu crescimento nos próximos anos. A atenção dos investidores se volta para o balanço do quarto trimestre de 2025, que deve ser positivo, e para a temporada de resultados, que deve ser favorável para as empresas do mercado de capitais brasileiro.
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