Baly Energéticos: Uma História de Sucesso no Mercado de Energéticos
A Baly, uma marca que se tornou um gíria e tendência durante o último Carnaval, tem uma história de sucesso que começou em uma fábrica em Tubarão, Santa Catarina. Fundada em 1997 por Mário e Jânio Cardoso, a empresa iniciou suas atividades como fabricante de cachaça e vinhos, mas sua trajetória mudou drasticamente em 2009 com a entrada no mercado de energéticos.
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A Virada Estratégica
Em 2025, a Baly Brasil consolidou sua posição como uma das principais empresas do setor, superando até mesmo gigantes como Red Bull e Monster em volume de vendas. A empresa, que já havia investido em fábricas e terrenos industriais, utilizava lançamentos virais, como o energético sabor “tadala”, como ferramentas estratégicas de disputa.
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A diretora comercial e de marketing, Dayane Titon Cardoso, destacou que os recordes de pedidos, o engajamento digital e o movimento espontâneo do consumidor nas lojas confirmavam a força dessa estratégia.
Crescimento e Expansão
Entre 2022 e 2025, a Baly registrou um crescimento impressionante de 42%, o dobro do crescimento do mercado brasileiro de energéticos, que atingiu 21% no mesmo período. Em 2025, a empresa liderou o mercado em volume de vendas por quatro meses, alcançando 34,9% de participação, superando a Monster, que registrou 30,3% de participação.
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Essa liderança se baseava em um portfólio amplo de sabores, produção nacional com distribuição capilar e proximidade com o ponto de venda.
Foco no Consumidor e Inovação
Dayane Titon Cardoso enfatizou a importância de valorizar o feedback dos clientes, especialmente em relação aos sabores. Sabores como maçã verde surgiram da demanda de bares e bartenders, demonstrando a capacidade da Baly de captar códigos culturais e transformá-los em produtos.
A empresa investia em pesquisa de mercado, buscando entender as necessidades dos consumidores e adaptar sua oferta.
Expansão e Novos Desafios
Com a liderança consolidada, a Baly expandiu suas operações, adquirindo uma nova fábrica com 100.000 metros quadrados e reforçando a operação logística com a compra das instalações da Itagres Revestimentos Cerâmicos. Jânio Nandi Cardoso, diretor da empresa, ressaltou a responsabilidade que acompanhava o crescimento, gerando empregos e movimentando economias locais.
O desafio agora era sustentar a liderança em um mercado em expansão, mantendo a inovação, a eficiência e a capacidade de competir com grandes multinacionais.
Dayane Titon Cardoso concluiu que a liderança era apenas o começo de uma nova fase, exigindo decisões rápidas, planejamento de longo prazo e coragem para seguir fazendo diferente. A Baly, que nasceu no interior de Santa Catarina, agora disputava espaço com gigantes globais, e o desafio era permanecer no topo.
