Banco do Brasil traça rota para recuperação em 2026! CFO Giovanne Tobias define meta de ROE entre 14% e 16%. Saiba como o banco busca reverter desafios e impulsionar a rentabilidade
O Banco do Brasil almeja um 2026 ainda desafiador, mas com sinais de recuperação na rentabilidade. Após um ano de pressão, impulsionado pelo setor agropecuário em 2025, a instituição busca elevar o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) para a faixa dos 15%, conforme o CFO, Giovanne Tobias.
Essa meta, que Tobias descreve como “ponto médio” entre 14% e 16%, reflete a eficiência e a capacidade de geração de retorno do banco.
O ROE é um indicador crucial para o mercado, medindo o retorno gerado por cada real investido no patrimônio da instituição. Uma queda nesse indicador geralmente está associada a problemas como recuos em receitas, aumento da inadimplência e custos de capital mais elevados.
O Banco do Brasil reconhece que, diante do cenário adverso, especialmente no agro, era “impossível” manter níveis acima de 20% como se viu em anos anteriores.
A instituição passou a focar em uma meta de “low teens” – entre 10% e 13% – que, segundo Tobias, está sendo alcançada. Para 2026, a expectativa é avançar para o “middle teens”, com um patamar entre 14% e 16%, dependendo do estancamento das recuperações judiciais no setor agro.
A recuperação das operações judiciais, que têm afetado o setor agro e, consequentemente, as instituições financeiras, é um fator determinante para a rentabilidade do Banco do Brasil. A inadimplência do agro cresceu significativamente em 2025, atingindo cerca de 500% em relação à série histórica, devido a fatores como a mudança na metodologia de concessão de crédito.
A expectativa é que, a partir do segundo trimestre de 2026, com o vencimento de operações enquadradas na nova metodologia, a inadimplência do agronegócio comece a se estabilizar, com uma queda mais expressiva no segundo semestre. Essa mudança na metodologia, parte do Plano Safra 2025/2026, exige mais garantias e ajustes na matriz de risco.
A administração do Banco do Brasil tem buscado manter a disciplina na execução da estratégia e a transparência com o mercado. A previsão de lucro líquido entre R$ 22 bilhões e R$ 26 bilhões, divulgada após a divulgação do balanço, foi bem recebida pelo mercado, que “abraçou” a perspectiva de crescimento.
A CEO, Tarciana Medeiros, ressaltou a importância de analisar o desempenho anual, considerando a sazonalidade do crédito e o ambiente macroeconômico. A instituição prevê um primeiro trimestre de 2026 mais desafiador, mas reafirma o compromisso de crescimento em relação a 2025.
Apesar dos desafios, o Banco do Brasil mantém otimismo em relação ao futuro. A expectativa é que, com a estabilização da inadimplência e a implementação da nova metodologia de concessão de crédito, a rentabilidade do banco alcance novos patamares em 2026.
O Banco do Brasil busca uma recuperação gradual na rentabilidade em 2026, com foco na estabilização do setor agro e na implementação de novas estratégias de concessão de crédito. A instituição acredita que, com a colaboração do mercado e a gestão eficiente dos riscos, poderá alcançar resultados positivos e fortalecer sua posição no cenário financeiro brasileiro.
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