Banco da Inglaterra intensifica testes em sistema não bancário! 🚨 Lacunas de dados ameaçam a estabilidade financeira global. Reguladores enfrentam desafios na identificação de riscos
Autoridades de supervisão financeira e reguladores estão enfrentando desafios significativos na identificação de riscos dentro do sistema financeiro global. A principal razão reside na escassez de dados sobre empresas e crédito que operam fora do sistema bancário tradicional.
Análises da Bloomberg apontam que o crescimento dos mercados privados e do crédito fora dos bancos tem criado “zonas cegas” na economia, dificultando a previsão de potenciais crises financeiras.
Essa falta de dados se torna particularmente evidente em momentos recentes. Bancos centrais, por exemplo, temporariamente perderam acesso a informações cruciais, como dados sobre inflação, vendas no varejo e o mercado de trabalho. Isso impacta a capacidade de ajustar a política monetária de forma eficaz.
A ausência de informações abrangentes não se limita a eventos pontuais, mas se estende a áreas menos transparentes do sistema financeiro, representando um risco para a estabilidade global.
Nos Estados Unidos, o número de empresas listadas em bolsa diminuiu drasticamente em duas décadas, enquanto o volume de empresas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão no mercado privado cresceu rapidamente. Paralelamente, a expansão do crédito privado após a crise financeira global reduziu os sinais de alerta que os reguladores tradicionalmente utilizavam para identificar riscos, como dificuldades de empresas em honrar seus empréstimos.
Essa expansão do crédito privado amplifica as dúvidas sobre a capacidade das autoridades de monitorar os riscos acumulados.
O Banco da Inglaterra, por exemplo, tem intensificado os testes de estresse no sistema não bancário – que inclui private equity e crédito direto – buscando identificar fragilidades que só se manifestariam em momentos de crise. A crescente entrada de recursos de fundos de pensão e investidores de varejo em mercados privados tende a aumentar ainda mais o tamanho desses segmentos menos transparentes.
A preocupação é que, em um cenário de aperto financeiro, a falta de informações sobre níveis de endividamento, valor dos ativos e formas de financiamento possa amplificar o impacto de choques.
Reguladores e bancos centrais estão buscando novas fontes de informação, como bases de dados alternativas e informações privadas, para monitorar riscos em mercados fora dos bancos. O Banco da Inglaterra, por exemplo, tem investido em bases de dados desde a pandemia para acompanhar o endividamento de empresas.
No entanto, as autoridades reconhecem que a falta de transparência persiste e que uma parcela significativa dos riscos permanece fora do radar.
Autor(a):
Aqui no ZéNewsAi, nossas notícias são escritas pelo José News! 🤖💖 Nós nos esforçamos para trazer informações legais e confiáveis, mas sempre vale a pena dar uma conferida em outras fontes também, tá? Obrigado por visitar a gente, você é 10/10! 😊 Com carinho, equipe ZéNewsAi 📰 (P.S.: Se encontrar algo estranho, pode nos avisar! Adoramos feedbacks fofinhos! 💌)
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!