Barroso argumenta que o STF tem provas nos julgamentos relacionados ao 8 de janeiro

O presidente do STF, Roberto Barroso, destacou o trabalho de Moraes, afirmando que os processos possuem evidências sólidas.

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(Imagem de reprodução da internet).

O presidente do STF, ministro Roberto Barroso, declarou que os processos contra os envolvidos nos atos de 8 de janeiro possuem “provas robustas” em pronunciamento oficial. Ele também destacou o trabalho do ministro Alexandre de Moraes, relator das ações penais.

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“Há nas instâncias confissões, áudios, vídeos, textos e outras provas que visam documentar os fatos”, declarou Barroso.

O ministro homenageou publicamente o colega: “Realiza-se aqui o reconhecimento ao relator das ações penais, ministro Alexandre de Moraes, que conduziu as apurações e processos com firmeza e observando o devido processo legal”, declarou.

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Barroso declarou que era imprescindível um judiciário autônomo e eficiente para prevenir o esgotamento das instituições e reiterou que as decisões seguem os procedimentos legais, com audiências públicas, cobertura da mídia e assegurando a ampla defesa.

A marca do Judiciário brasileiro é a independência e a imparcialidade. Todos os réus serão julgados com base nas provas, sem qualquer tipo de interferência.

A Corte Suprema do Brasil enfrenta tensões internas.

Três dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal não participaram do jantar oferecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio da Alvorada na quinta-feira (31.jul.2025), um dia após a maioria dos integrantes do STF se recusar a assinar uma carta em defesa do ministro Alexandre de Moraes, alvo de sanções dos Estados Unidos.

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A falta de quase metade dos ministros no jantar presidencial expôs a divergência no Supremo. Moraes havia solicitado aos colegas um posicionamento conjunto após ser alvo de medidas restritivas pela Lei Magnitsky dos Estados Unidos.

A tensão interna no Supremo Tribunal Federal cresceu nesta semana. A reportagem do Poder360 apurou que o clima na Corte é “péssimo” após o ocorrido.

O jantar com o presidente contou com a presença dos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Edson Fachin, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Roberto Barroso. Os ministros Carmen Lúcia, Dias Toffoli, Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça não compareceram ao evento.

Fonte por: Poder 360

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