Bitcoin se Aproxima de US$ 90 Mil, Apesar de Dólar em Mínima Histórica
Nesta quarta-feira, 28, o bitcoin mostra sinais de recuperação, se aproximando dos US$ 90 mil após ter atingido uma mínima de US$ 87 mil no início da semana. A valorização da criptomoeda ocorre em um cenário de desvalorização do dólar americano, que registra níveis mínimos em vários anos, segundo análises de especialistas.
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A desvalorização do dólar americano é atribuída ao ceticismo dos investidores em relação à resposta do Federal Reserve e ao comentário do ex-presidente Donald Trump, que sugeriu indiferença à perda de valor da moeda. Essa situação impulsionou moedas como o euro e o dólar australiano, além de elevar os preços de commodities, com o ouro quebrando recordes e o petróleo avançando acima de médias relevantes.
André Franco, CEO da Boost Research, comentou sobre a situação: “Os mercados globais mostraram forte movimento após o dólar americano cair para níveis mínimos de vários anos, motivado pelo ceticismo dos investidores diante da resposta fraca do Federal Reserve e pelo comentário do presidente Donald Trump sugerindo indiferença à perda de valor da moeda.”
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Previsão para o Bitcoin: Expectativa Neutra a Levemente Positiva
Apesar do rali em ativos de risco, como ações, o bitcoin ainda não alcançou os US$ 90 mil. Atualmente, a criptomoeda está cotada em US$ 88.7 mil. No entanto, a expectativa para o ativo no curto prazo é considerada neutra a levemente positiva.
André Franco acredita que “a fraqueza acentuada do dólar e o ambiente de liquidez associado podem criar um pano de fundo favorável para ativos de risco e cripto, oferecendo suporte ao bitcoin”.
Análise Técnica e Perspectivas de Curto Prazo
Apesar do suporte potencial, Franco adverte que “a incapacidade do bitcoin de acompanhar os recordes de preços em ações e commodities sugere que a dinâmica de liquidez ainda favorece movimentos em ativos menos voláteis ou considerados portos-seguros, como ouro”.
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Ele prevê que o bitcoin “consolide seus níveis atuais com possibilidade de leves subidas técnicas, desde que o sentimento global de risco continue benigno”.
