Bitcoin e Trump: Nobel Aponta Queda no Apoio ao Presidente em 2025

Economista liga queda do Bitcoin à popularidade de Trump. Nobel aponta incerteza política e limitações do poder executivo no mercado cripto

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(Imagem de reprodução da internet).

Economista Aponta Queda do Bitcoin na Popularidade do Presidente

O ganhador do Prêmio Nobel de Economia expressou recentemente uma preocupação central: a recente queda no preço do Bitcoin está diretamente relacionada à perda de apoio ao presidente dos Estados Unidos. Segundo o economista, a trajetória da criptomoeda agora depende fortemente da estabilidade política do líder americano.

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Desempenho Surpreendente e Análise de Mercado

O movimento no mercado de criptomoedas pegou muitos investidores de surpresa. O ativo chegou a um ponto de baixa significativo. Analistas atribuem o movimento a uma série de fatores, incluindo a incerteza política em torno da figura do presidente.

Investimento e Potenciais Retornos

A plataforma crypto do BTG Pactual oferece uma oportunidade de investimento. Ao investir R$ 150 em qualquer criptoativo até 20/12/2025, é possível ganhar R$ 50 em Bitcoin. No entanto, a avaliação do Nobel de Economia sugere que outros elementos estão em jogo.

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Relação entre Política e Criptoativos

O economista destaca que o Bitcoin se tornou, em parte, um símbolo do “trumpismo”, referindo-se a um grupo de ativos que valorizaram após a vitória do político nas eleições de 2024. Trump implementou uma campanha com promessas de regulação favorável ao setor e incentivos à adoção da criptomoeda no país.

Limitações do Poder Executivo

O Nobel de Economia argumenta que o poder do presidente pode ser limitado, afetando as ações que ele poderá tomar nos próximos anos. Essa limitação pode impactar os benefícios que o governo poderia trazer para o Bitcoin e outros ativos digitais.

Críticas ao Bitcoin

O economista também expressou uma de suas críticas conhecidas ao Bitcoin: “Para que serve o Bitcoin? Ele não é dinheiro — ou seja, não é um meio de troca, algo que você possa usar para fazer pagamentos. E não é uma proteção contra a inflação.”

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