Mercado cripto em 2026: especialistas alertam! Bitcoin perde força e correções são esperadas. Analistas da Mercurius Crypto preveem cenário desafiador e instável. Descubra as estratégias para investir com segurança
Em 2026, o cenário do mercado de criptomoedas apresenta um desafio inédito para os investidores. Segundo Bernardo Pascowitch e Gabriel Bearlz, da Mercurius Crypto, o histórico do Bitcoin como guia para projeções deixou de ser válido. Em 2025, o Bitcoin atingiu um pico de R$ 126 mil, mas logo após sofreu uma correção superior a 33%, encerrando o ano com uma queda de 6,3%.
Essa performance frustrou as expectativas de um ano de valorização exponencial.
Os analistas destacam que esse resultado “quebrou o ciclo de quatro anos” baseado nos halvings, alterando as bases de análise técnica e fundamentalista utilizadas para antecipar tendências de preço. A entrada de fluxos de capital institucional via ETFs e a incorporação de grandes bancos no mercado, fatores que mudaram a correlação do Bitcoin com ativos tradicionais, também contribuíram para essa mudança. “Em 2026, será um ano de leitura muito difícil”, afirma Pascowitch.
Considerando as incertezas econômicas nos EUA e as tensões geopolíticas globais, os especialistas propõem cinco estratégias para minimizar riscos e potencializar ganhos. A primeira recomendação é o foco no longo prazo, com um horizonte de investimento de, no mínimo, doze meses.
A resiliência e a calma no curto prazo são cruciais, segundo Pascowitch.
A segunda estratégia é evitar o “medo de ficar de fora” (FOMO), que pode levar a decisões emocionais e perdas financeiras. O foco deve ser entender os fundamentos dos projetos em que se investe, em vez de tentar prever o topo do mercado. Bearlz enfatiza a importância de entender os fundamentos dos projetos.
A terceira estratégia envolve a gestão de risco e alocações conscientes. Os especialistas alertam contra comprometer recursos destinados a despesas imediatas ou reservas de emergência. Investir apenas o que não afetará o padrão de vida em caso de baixa prolongada é fundamental.
A quarta estratégia é manter uma reserva de liquidez para aproveitar as correções do mercado. Manter capital disponível em stablecoins ou investimentos de renda fixa de alta liquidez permite ao investidor comprar ativos em momentos de queda. “O investidor deve ter dinheiro disponível para comprar bons ativos em 2026”, ressalta Pascowitch.
A última recomendação é a execução de aportes recorrentes e diversificados, baseados na estratégia de custo médio (DCA). Em vez de realizar uma única alocação, o investidor executa compras recorrentes com periodicidade pré-definida, neutralizando o risco de compra em um eventual topo de mercado.
Além disso, a diversificação, incluindo o Bitcoin como reserva de valor e outros projetos com fundamentos sólidos, é essencial para equilibrar o risco de desvalorização e o potencial de retorno.
Os analistas da Mercurius Crypto acreditam que o desempenho das criptomoedas em 2026 será diretamente influenciado pela política monetária do Banco Central dos EUA (Fed). A manutenção de taxas de juros elevadas ou indicadores de inflação acima do esperado nos Estados Unidos (CPI e PCE) tendem a afastar investidores de ativos de risco, gerando pressão negativa sobre o preço.
Além disso, a correlação elevada entre o Bitcoin e as ações de tecnologia é um ponto de atenção: uma eventual correção no valor de mercado das empresas de inteligência artificial (IA) poderia desencadear um efeito cascata de liquidações no mercado cripto.
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