Ex-Presidente Sai da UTI e Recebe Avaliação para Alta
O ex-presidente foi transferido nesta segunda-feira, 23, da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, após passar 10 dias internado. A confirmação veio do médico responsável pelo caso, Dr. Brasil Caiado. Bolsonaro estava hospitalizado desde o dia 13 de março, após sentir mal durante uma reunião em sua residência, conhecida como “Papudinha”.
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As primeiras análises apontaram para uma pneumonia associada a outras condições de saúde.
Segundo o boletim médico divulgado, o ex-presidente permanece “estável clinicamente”. A equipe médica espera que a situação continue favorável para que ele possa receber alta em até 24 horas. O plano inclui antibioticoterapia, suporte clínico intensivo e sessões de fisioterapia para auxiliar na recuperação física.
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Pedido de Prisão Domiciliar em Análise no STF
A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a análise de um pedido de prisão domiciliar para o ex-presidente. A solicitação foi apresentada após avaliação da equipe médica que acompanha o caso. O procurador-geral Paulo Gonet argumenta que, considerando o estado de saúde do ex-presidente e a necessidade de acompanhamento constante, a prisão domiciliar seria a medida mais adequada.
Gonet ressalta que a concessão da prisão domiciliar está alinhada com o dever do Estado de proteger a integridade física e moral de indivíduos sob custódia. Ele destaca que o sistema prisional atual não oferece o ambiente familiar necessário para atender às necessidades específicas do ex-presidente, especialmente devido às suas condições de saúde e ao risco de novos episódios de mal-estar.
Evolução Clínica e Recomendações Médicas
O boletim médico indica que a evolução do paciente é um fator crucial para a decisão de alta. A equipe médica monitora de perto o quadro clínico, buscando garantir que a recuperação continue satisfatória. A possibilidade de novos episódios de mal-estar, devido às comorbidades do ex-presidente, reforça a necessidade de um acompanhamento mais próximo e individualizado.
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A manifestação da PGR demonstra uma abordagem cautelosa, buscando equilibrar a necessidade de garantir a segurança pública com o direito do ex-presidente a receber o tratamento médico adequado. A análise do ministro Alexandre de Moraes no STF determinará o próximo passo nesse processo.
