Restrições à Visita de Bolsonaro Aumentam Tensão no PL
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de impedir o contato entre o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi interpretada por lideranças do partido como um movimento para limitar a influência do grupo durante o período em que Bolsonaro cumpre pena.
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A medida se soma a outras restrições concedidas ao ex-presidente, como autorizações pontuais para caminhadas e assistência religiosa. Não houve menção por parte do ministro a riscos específicos para as investigações envolvendo Valdemar Costa Neto.
Caso do Senador Magno Malta Adiciona Complexidade
A restrição à visita de Valdemar Costa Neto não é o único ponto de tensão. O ministro Alexandre de Moraes também proibiu o contato com o senador Magno Malta, devido a incidentes disciplinares, incluindo uma tentativa de acesso à unidade prisional sem a devida autorização.
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Essa situação adiciona uma camada de complexidade à relação entre o PL e o Judiciário.
Cabo Gilberto Enfatiza Impacto na Articulação Política
O líder da oposição no PL, deputado Cabo Gilberto, avaliou que a restrição à visita de Valdemar Costa Neto afeta diretamente a articulação política do partido nos estados. Em declarações à nossa coluna, Gilberto afirmou: “Sem dúvida nenhuma, atrapalha.
O presidente Valdemar é o presidente de partido e Bolsonaro é o presidente de honra e é quem dá a última palavra na articulação política nos estados.”
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Aliança Busca Prisão Domiciliar Humanitária
Em meio à situação, aliados de Bolsonaro intensificam os esforços junto ao ministro Gilmar Mendes, buscando a concessão de prisão domiciliar humanitária. O objetivo é tentar contornar o endurecimento das decisões de Moraes e, de forma imediata, garantir a liberdade do ex-presidente.
O deputado Cabo Gilberto expressou confiança na libertação de Bolsonaro, afirmando: “Tenho fé em Deus que isso vai ocorrer, o quanto antes.”
