BP em crise: Recompra de ações suspensa e plano ousado para reverter resultados!

BP enfrenta crise! Prejuízo de US$ 3,42 bilhões força empresa britânica a suspender recompra de ações. Saiba mais!

10/02/2026 12:34

2 min

BP em crise: Recompra de ações suspensa e plano ousado para reverter resultados!
(Imagem de reprodução da internet).

A BP, uma empresa britânica de petróleo e gás, decidiu suspender seu programa trimestral de recompra de ações após divulgar o balanço do quarto trimestre de 2025. Essa decisão foi tomada em resposta a um prejuízo líquido de US$ 3,42 bilhões registrado no período, que representou um aumento em relação aos US$ 1,96 bilhões apurados no mesmo período de 2024.

A empresa busca fortalecer seu balanço patrimonial diante da queda nos preços do petróleo.

Lucro Operacional e Expectativas

Apesar do resultado negativo na linha final, a BP registrou um lucro operacional a custo de reposição de US$ 1,54 bilhão entre outubro e dezembro. Esse número ficou próximo da expectativa dos analistas, que projetavam US$ 1,55 bilhão, conforme consenso compilado pela própria empresa.

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O lucro operacional por ação foi de US$ 10,00.

Desempenho Anual e Reestruturação

No acumulado de 2025, o lucro líquido somou US$ 7,49 bilhões, abaixo da projeção de mercado, de US$ 7,58 bilhões. A empresa está em um processo de reestruturação, buscando se tornar uma empresa mais simples e lucrativa, após anos de desempenho inferior a outros concorrentes.

A BP reduziu investimentos em energias renováveis, que haviam pressionado os resultados e gerado perdas bilionárias.

Metas de Corte de Custos e Venda de Ativos

A BP elevou sua meta de redução de custos estruturais para um intervalo entre US$ 5,5 bilhões e US$ 6,5 bilhões até o fim de 2027, ante a meta anterior de até US$ 5 bilhões. A empresa também tem como objetivo vender US$ 20 bilhões em ativos até 2027, como parte da estratégia para reforçar o balanço e em um cenário mais desafiador para o setor de energia.

Mudanças na Liderança e Dívida

A BP elevou sua meta de redução de custos estruturais para um intervalo entre US$ 5,5 bilhões e US$ 6,5 bilhões até o fim de 2027, ante a meta anterior de até US$ 5 bilhões. A empresa também tem como objetivo vender US$ 20 bilhões em ativos até 2027, como parte da estratégia para reforçar o balanço e em um cenário mais desafiador para o setor de energia.

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