O Brasil está se intensificando na preparação para as Olimpíadas de Inverno de 2026, que acontecerão em Milão-Cortina, na Itália, a partir de 6 de fevereiro. Esta será a décima participação do país no evento, marcando uma expansão significativa da presença brasileira em esportes de gelo e neve.
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A edição de 2026 também representa um marco importante, com um número maior de atletas e modalidades representadas.
Modalidades em Competição
O país contará com 14 atletas e um atleta reserva, distribuídos em diversas modalidades. A expectativa é superar o número de participantes em edições anteriores. O Brasil competirá em até sete esportes, com disputas tanto individuais quanto coletivas.
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As modalidades que o país representará são: Skeleton, Bobsled, Esqui Alpino, Esqui Cross-country, Snowboard, Biatlo e Esqui Estilo Livre.
Atletas Classificados
Nicole Silveira é a principal competidora brasileira no skeleton, ocupando a 13ª posição no ranking mundial. No bobsled masculino, Eduardo Strapasson busca uma vaga através do sistema de realocação, enquanto a equipe tenta classificar trenós nas categorias 2-man e 4-man.
A equipe liderada por Edson Bindilatti competirá na Copa América para definir as vagas finais. No esqui alpino, Lucas Pinheiro Braathen se destaca, com resultados expressivos na Copa do Mundo, competindo nas provas de slalom e slalom gigante. Após 12 anos, o Brasil terá novamente uma representante feminina no esqui alpino.
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Incentivos Financeiros
O ciclo olímpico de Milão-Cortina traz um incentivo financeiro maior para os atletas brasileiros. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) reajustou o Programa Medalha em 40%. Para provas individuais, os prêmios serão: R$ 350 mil para medalha de ouro, R$ 210 mil para medalha de prata e R$ 140 mil para medalha de bronze.
Em competições de grupo, o prêmio total chega a R$ 1,05 milhão, dividido entre os integrantes da equipe.
