Brasil lidera exportação de carne para China com novas quotas em 2026! 🥩🇨🇳 A China impõe quotas para a carne brasileira, com o Brasil recebendo 1.106.000 toneladas em 2026. Tarifa de 55% para excedentes! 📈
Em meados de 2026, o Brasil consolidou-se como o principal mercado para a carne bovina produzida no país, com a China representando a maior parte das exportações. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX/MDIC) revelaram que, em 2025, o Brasil exportou aproximadamente 1,5 milhão de toneladas de carne bovina desossada congelada para a China, o principal item da pauta brasileira de exportação nesse setor.
Esse volume significativo reforça a importância do mercado chinês para os frigoríficos brasileiros, que representava cerca de 51,3% das exportações totais de carne bovina do Brasil naquele ano.
Entretanto, esse cenário dinâmico passou a conviver com um novo ambiente regulatório. A partir da conclusão de uma investigação de salvaguarda conduzida pelo Ministry of Commerce of the People’s Republic of China (MOFCOM), o órgão identificou que o crescimento acelerado das importações de carne bovina nos últimos anos havia causado danos à indústria doméstica chinesa.
Em 27 de dezembro de 2024, foi aberta formalmente a investigação, que culminou em sua aprovação definitiva em 31 de dezembro de 2025. O regime de salvaguarda aprovado terá vigência de três anos (2026–2028) e será implementado por meio de quotas tarifárias específicas por país de origem.
As importações realizadas dentro da quota anual definida para cada país permanecerão sujeitas à tarifa de importação previamente vigente, enquanto os volumes que excederem essa quota estarão sujeitos a uma tarifa adicional de 55%, conforme estabelecido no Comunicado nº 87/2025 do MOFCOM.
Dados oficiais divulgados aos exportadores pela própria autoridade chinesa, confirmados por diversos veículos especializados, revelaram as quotas específicas atribuídas a cada fornecedor para 2026: Brasil (1.106.000 toneladas), Argentina (511.000 toneladas), Uruguai (324.000 toneladas), Nova Zelândia (206.000 toneladas) e Austrália (205.000 toneladas), além dos Estados Unidos (164.000 toneladas).
Essa alíquota de 12% de tarifa ad valorem, combinada com a tarifa adicional de 55%, resulta em uma carga tarifária total de 67% sobre o valor da mercadoria.
A nova regulamentação exige uma gestão de riscos mais rigorosa. O importador chinês assume o risco regulatório, e a simples ocorrência de atrasos logísticos ou o uso prévio da quota por outros importadores podem resultar na incidência da tarifa adicional de 55%.
Para o frigorífico brasileiro, a capacidade de planejar e garantir o embarque dentro das janelas de quota se torna um fator crucial. A competição seletiva por volume e preço, aliada à necessidade de confiabilidade logística, define o posicionamento estratégico dos agentes.
A quota deixa de ser apenas um instrumento regulatório, transformando-se em um ativo econômico, influenciando negociações e a estruturação de contratos. Parcerias estratégicas com frigoríficos brasileiros, com histórico de embarques dentro das janelas de quota, tornam-se um fator de mitigação de riscos.
A partir de 2026, o comércio de carne bovina entre Brasil e China opera sob um novo regime de governança comercial, exigindo maior sofisticação na gestão operacional, contratual e logística dos agentes envolvidos.
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