Brasil e EUA intensificam cooperação contra crime: o que muda na fronteira?

Brasil e EUA intensificam cooperação contra crime organizado! Saiba como o compartilhamento de dados em tempo real vai mudar o combate ao tráfico

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(Imagem de reprodução da internet).

Brasil e EUA Intensificam Cooperação Contra Crime Organizado

O Ministério da Fazenda divulgou nesta sexta-feira, dia 10, um novo acordo de cooperação entre Brasil e Estados Unidos. O foco principal é o combate ao crime organizado, o que inclui um aumento significativo na troca de informações sobre o trânsito de armas e drogas entre as duas nações.

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Compartilhamento de Dados em Tempo Real

A parceria estabelecida entre a Receita Federal brasileira e a agência de fronteira dos EUA prevê o compartilhamento imediato de dados. Isso cobrirá envios de materiais sensíveis e armas, permitindo o monitoramento de chegadas e saídas desses itens em ambos os países, além de fortalecer o combate ao tráfico de entorpecentes.

Impulso Diplomático para o Acordo

Dario Durigan, ministro da Fazenda, informou em entrevista que o plano foi viabilizado após conversas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo ele, este é um passo importante para avançar em outras áreas de colaboração.

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A Pauta do Combate ao Crime

Lula já havia manifestado em conversas com Trump a disposição do Brasil para atuar em conjunto com os EUA contra o crime organizado. Ele chegou a mencionar brasileiros envolvidos em atividades ilícitas residentes nos Estados Unidos.

Contexto e Dados de Apreensão

O anúncio da cooperação ocorre em um momento de atenção diplomática, visto que Washington levantou questões que o governo brasileiro tem manifestado oposição. Contudo, Durigan esclareceu que esses temas não foram discutidos durante as negociações da cooperação anunciada.

A Fazenda apresentou dados recentes que ilustram a necessidade dessa parceria. Apenas no primeiro trimestre deste ano, o Brasil apreendeu mais de 1,5 tonelada de drogas com origem nos EUA. Nos últimos doze meses, foram apreendidas 1.168 partes de armas com a mesma procedência.

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