Alerta na engenharia brasileira! 🚨 Brasil forma menos profissionais do que China e enfrenta crise na infraestrutura. Humberto Rangel alerta: falta de ação urgente! Saiba mais
O Brasil enfrenta um cenário preocupante em relação à formação de engenheiros, com um “alerta amarelo” que pode impactar significativamente a capacidade do país de realizar grandes obras de infraestrutura nos próximos anos. Humberto Rangel, diretor executivo da Sinicon (Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada), alertou sobre essa situação em uma entrevista ao Exame Infra.
Diferencial em Relação a Outras Nações
Rangel ressaltou que o país forma atualmente cerca de 40 mil engenheiros por ano, um número consideravelmente inferior a economias como a China, que forma mais de 500 mil profissionais anualmente. Ele enfatiza que essa disparidade representa um risco estrutural, especialmente em um momento de aumento dos investimentos em rodovias, ferrovias e projetos de energia.
O diretor da Sinicon destaca que a questão da formação de engenheiros ainda não recebe a devida atenção no debate público e no Congresso Nacional. Ele considera que a engenharia não pode ser vista como uma área secundária, dada a dimensão do Brasil e o volume de investimentos em infraestrutura.
Aumento de Concessões e Parcerias
O alerta surge em meio ao crescimento de concessões e parcerias público-privadas, onde a demanda por engenheiros civis, elétricos e especialistas em planejamento e gestão de obras é alta. A escassez desses profissionais no mercado é um fator crítico para o sucesso dos novos projetos.
Em 2025, o Brasil investiu R$ 280 bilhões em infraestrutura, e a previsão é de que esse valor alcance R$ 300 bilhões neste ano. Rangel enfatiza que um país das dimensões do Brasil não pode abrir mão de sua capacidade de engenharia.
A Sinicon está trabalhando em conjunto com outras entidades, como a Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor) e a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), para elaborar um diagnóstico mais preciso e propor soluções.
A articulação envolve o Ministério da Educação, universidades, empresas e sindicatos.
Rangel defende a criação de um “pacto pela engenharia”, inspirado em iniciativas para infraestrutura, com o objetivo de reposicionar a carreira, ampliar a formação técnica e alinhar a oferta de profissionais com os investimentos previstos. Ele descreve a iniciativa como um trabalho político de conscientização.
O diretor da Sinicon ressalta que a solução não está apenas na iniciativa privada. Ele afirma que nenhum ator consegue resolver o problema sozinho, enfatizando a necessidade de uma ação coletiva e coordenada.
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