Brasil enfrenta crise alarmante de feminicídios! Em 2025, 1470 mulheres foram assassinadas. A violência contra a mulher atinge níveis críticos. Saiba mais.
Em 2025, o Brasil registrou um número alarmante de 1470 feminicídios, resultando em uma média de quatro mulheres assassinadas a cada dia. Esse dado representa um crescimento assombroso de 316% em comparação com os 535 casos registrados em 2015, conforme apontado pelo Mapa Nacional da Violência de Gênero.
Essa estatística coloca o país em quinto lugar no ranking mundial de países que mais matam mulheres, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
A vulnerabilidade das mulheres negras é um ponto central da crise. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que elas constituem mais de 63% das vítimas de feminicídio. Diante desse cenário, o governo tem intensificado seus esforços, buscando uma articulação inédita entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para encontrar soluções eficazes.
Em 2024, foi anunciada uma nova legislação que endurece as punições para o crime de feminicídio. A pena mínima foi aumentada para 20 anos, com a possibilidade de chegar a 40 anos em casos mais graves. A nova lei também prevê um aumento de um terço da pena se o crime ocorrer durante a gestação ou nos três meses seguintes ao parto, além de aplicar essa medida a indivíduos com idade superior a 14 anos, acima de 60 anos ou que sejam familiares da vítima.
O principal componente dessa resposta é o portal “Todos Juntos Por Todas”, uma iniciativa que visa mobilizar a sociedade civil, especialmente os homens, como aliados ativos no combate à cultura da violência. O portal funciona como um sistema digital estratégico, centralizando canais de denúncia, políticas públicas de proteção à mulher e diretrizes para o engajamento de diversos setores da sociedade.
A plataforma oferece um guia especializado sobre tipos de violência e comunicação responsável, buscando capacitar instituições e cidadãos para o enfrentamento direto do problema.
O projeto adota um compromisso de longo prazo, com foco no monitoramento contínuo das ações por meio de relatórios públicos e um diálogo constante com especialistas e a sociedade civil organizada. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, enfatiza a importância da participação de todos os setores da sociedade, incluindo universidades, empresas e a mídia, para o sucesso da iniciativa. “Precisamos chegar antes, o Estado precisa chegar antes, e para isso, toda a participação é muito importante”, declarou em entrevista ao programa ‘A Voz do Brasil’.
O pacto estabelece medidas como o compartilhamento de informações entre o judiciário, a polícia e a assistência social, acompanhando os mesmos casos em tempo real. Além disso, há um foco na prevenção, com campanhas educativas que convocam a sociedade, especialmente os homens, sob o lema “Todos juntos por todas”.
Também se busca combater a violência digital, enfrentando perseguições e ameaças online.
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