Brasil em crise: Juros recorde de 33% alarmam e inadimplência dispara! 🚨 Famílias e empresas afogadas em dívidas com taxa de endividamento em 49,7%. Saiba mais!
Em fevereiro de 2026, o Brasil registrou um cenário preocupante no mercado de crédito, com a taxa média de juros atingindo um recorde histórico de 33% ao ano. O dado, divulgado pelo Banco Central em seu relatório ‘Estatísticas Monetárias e de Crédito’, demonstra um aumento expressivo nas operações de cartão de crédito, que subiram 11,4 pontos percentuais, elevando o custo do endividamento para famílias e empresas.
O principal responsável por essa alta foi o aumento das taxas de juros, impulsionado pela Selic, que estava em 15% na época. Essa situação impactou diretamente o bolso dos brasileiros, tornando o crédito mais caro e pressionando o orçamento doméstico.
Fernando Rocha, chefe de estatísticas do Banco Central, destacou o descompasso entre a Selic estável e o aumento das taxas em modalidades de crédito mais caras, como o rotativo.
Observando o crédito livre, as taxas continuaram a subir. Para as famílias, a taxa atingiu 62% ao ano, enquanto para as empresas, houve uma leve redução de 0,1 ponto percentual, para 24,9% ao ano, refletindo uma maior cautela nas buscas por empréstimos.
A inadimplência também atingiu níveis recordes, com um aumento de 0,2 ponto percentual no Sistema Financeiro Nacional (SFN), chegando a 4,3%.
As empresas e famílias apresentaram um aumento semelhante na inadimplência: as empresas registraram 2,6% e as famílias, 5,2%. O endividamento das famílias também subiu, atingindo 49,7%, praticamente estável em relação a dezembro, mas 1,1 ponto percentual acima do registrado há um ano.
O comprometimento da renda, ou seja, a porcentagem do salário utilizada para pagar dívidas, aumentou 1,6 ponto percentual em doze meses, chegando a 29,3%.
Rocha explicou que uma mudança nos critérios de avaliação da inadimplência pelas instituições financeiras contribuiu para o aumento da taxa. Antes, a inadimplência ocorria a partir de 90 dias de atraso, mas agora os bancos avaliam a perspectiva de recuperação do crédito, o que pode prolongar a permanência dos créditos nas carteiras, elevando a taxa de inadimplência.
O estoque total de operações de crédito do SFN atingiu R$ 7,1 trilhões em fevereiro, impulsionado pelo crescimento do crédito às famílias (R$ 4,5 trilhões) e pelo crédito direcionado (R$ 3,1 trilhões). O crédito livre às pessoas físicas cresceu 12,6% em 12 meses, enquanto o crédito direcionado avançou 12,2% em 12 meses, puxado principalmente pelas empresas.
O financiamento imobiliário com taxas reguladas impulsionou o crédito direcionado às famílias, que atingiu R$ 2 trilhões, com alta de 9,5% em 12 meses. Essa situação demonstra a complexidade do cenário financeiro brasileiro, com um aumento significativo no endividamento e uma alta nos juros, exigindo atenção e medidas para conter o problema.
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