Brasil revoluciona o mar com embarcação que produz seu próprio combustível! 🚢 O projeto JAQ H2, em parceria com o IPT, promete energia limpa e emissões reduzidas. Descubra como a inovação está transformando o setor náutico!
Um novo conceito de embarcação está sendo desenvolvido no Brasil, com o potencial de revolucionar o setor náutico e a produção de energia. O projeto, fruto de uma colaboração entre o Grupo Náutica e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT), visa criar um barco capaz de produzir seu próprio combustível, o hidrogênio.
A iniciativa, formalizada recentemente, representa a terceira fase do programa JAQ Hidrogênio Verde e promete avanços significativos na área de energia limpa.
O barco, com 50 metros de comprimento e atualmente em construção no Guarujá (SP), receberá a validação técnica do IPT, uma instituição de pesquisa com mais de 125 anos de atuação. O instituto será responsável por projetar o sistema de produção de hidrogênio a bordo, integrá-lo aos sistemas elétricos da embarcação e avaliar o eletrolisador em condições reais de navegação.
Além disso, o IPT conduzirá estudos de viabilidade técnica, testes de desempenho e análises de segurança para armazenamento e uso do hidrogênio, buscando subsidiar processos de certificação naval e energética.
A JAQ H2 é a primeira embarcação do mundo projetada para produzir hidrogênio a bordo, o que possibilita navegações de longo curso com emissões reduzidas. O projeto JAQ Hidrogênio Verde já havia apresentado o JAQ H1 na COP30, uma embarcação de 36 metros com motorização híbrida que reduz em 80% as emissões de CO2 e utiliza hidrogênio verde para a operação da hotelaria.
Em abril, o H1 iniciará um tour técnico partindo de Belém (PA) em direção ao Sudeste, para validar a tecnologia de propulsão alemã.
O projeto conta com o apoio de outras empresas e instituições. A fabricante global GWM participa da etapa de maturação do novo barco, enquanto o Porto do Açu (RJ) oferece suporte logístico para os testes e expedições científicas. O SENAI Pernambuco também integra a rede de cooperação.
Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica, destaca a importância de articular parcerias como o IPT e portos estratégicos para integrar desenvolvimento tecnológico, produção, operação logística e aplicação científica.
O hidrogênio verde é produzido através da eletrólise da água, um processo que utiliza eletricidade para separar a molécula de H₂O em hidrogênio e oxigênio. A chave para que o hidrogênio seja considerado “verde” é a utilização de eletricidade proveniente de fontes renováveis, como solar ou eólica, garantindo a ausência de emissões diretas de CO₂.
Diferentes tipos de eletrolisadores, como os alcalinos e os PEM, são utilizados dependendo da aplicação e da escala do processo. O custo e a escala ainda representam desafios importantes para a produção em larga escala.
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