Brasil Proíbe Criação de Contas em Redes Sociais para Menores de 16 Anos – Nova Lei!

Brasil adota lei inovadora para proteger menores de 16 anos em redes sociais. A partir de 10/12, plataformas como Facebook, Instagram e TikTok devem bloquear novas contas. Objetivo: saúde mental e segurança de jovens

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(Imagem de reprodução da internet).

Nova Lei Brasileira Exige Bloqueio de Redes Sociais para Menores de 16 Anos

A partir de 10 de dezembro, o Brasil adotará uma legislação inovadora que exige que plataformas digitais bloqueiem a criação de novas contas para menores de 16 anos. Essa medida, considerada pioneira no mundo, responsabiliza as grandes empresas de tecnologia – conhecidas como “big techs” – por impedir a formação de perfis por essa faixa etária e pela remoção de contas já existentes.

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O objetivo central da nova lei é garantir a proteção da saúde mental e a segurança dos jovens, buscando reduzir a exposição a conteúdos potencialmente nocivos. O governo australiano, que inspirou a legislação, busca combater o acesso de crianças a riscos no ambiente online, uma preocupação crescente entre as autoridades.

Dados oficiais indicam que 96% das crianças australianas entre 10 e 15 anos utilizam plataformas de redes sociais. Segundo o governo, a grande maioria desse público já foi exposta a situações de risco no ambiente digital. A responsabilidade de implementar medidas eficazes recai sobre empresas como Facebook, Instagram, TikTok, YouTube (anteriormente conhecido como Twitter), Snapchat e Threads.

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A implementação de sistemas rigorosos de verificação de idade e a aplicação de “medidas razoáveis” são requisitos essenciais para as plataformas. No entanto, a proposta enfrenta desafios e críticas. Especialistas em tecnologia e direitos digitais questionam a viabilidade de sistemas de verificação de idade que não possam ser facilmente contornados.

Outra preocupação reside no potencial impacto na privacidade, devido à coleta massiva de dados para confirmar a idade dos usuários. A complexidade técnica e os riscos à privacidade são pontos centrais do debate, com especialistas buscando soluções que equilibrem a proteção dos jovens com o respeito aos direitos digitais.

Com informações de Bruno Meyer

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