Recorde histórico na soja! Brasil deve colher 177,6 milhões de toneladas em 2025/26. StoneX e Biond Agro preveem aumento de 5,2% na produção. Saiba mais!
A safra brasileira de soja para o período 2025/26 apresentou uma estimativa recorde de 177,6 milhões de toneladas, divulgada nesta segunda-feira (5). A informação indica um aumento de 0,2% em relação às previsões de dezembro de 2025, impulsionada por condições climáticas favoráveis, segundo a consultoria e corretora StoneX.
Se a projeção inicial se confirmar, o Brasil, maior produtor e exportador mundial de soja, deverá ter um aumento de 5,2% na produção em comparação com a temporada passada. Um dos principais destaques é o crescimento esperado para o Mato Grosso, com uma projeção de 46,9 milhões de toneladas, um aumento de 0,8%.
A StoneX ressaltou que as perspectivas permanecem otimistas, indicando um volume de produção recorde para o país. No entanto, a consultoria alertou que áreas com ciclo tardio, sem condições climáticas favoráveis até meados de março, podem apresentar desafios.
A colheita já iniciou em regiões irrigadas, menos afetadas pelo estresse hídrico. A Biond Agro, especializada em gestão de risco e comercialização de grãos, também estimou a safra em 176,85 milhões de toneladas, reforçando a expectativa de um recorde.
A Biond Agro projetou um crescimento de 2,9% na área plantada com soja, atingindo aproximadamente 48,7 milhões de hectares, em relação ao ciclo anterior. A empresa também apontou que a colheita começou em algumas áreas, com uma estimativa de que cerca de 6% das áreas de soja do Brasil serão colhidas até o dia 23 deste mês.
A Biond Agro previu que, até o início de março, cerca de 20% das áreas da lavoura nacional já terão sido colhidas, e que, até metade de março, a previsão é que aproximadamente 70% da produção seja colhida. Essa concentração de oferta no início do ano pode aumentar a pressão sobre a logística, com maior movimento nos armazéns, estradas e portos.
A StoneX projetou a produção total de milho do Brasil em 2025/26 em 134,3 milhões de toneladas, com estabilidade em relação à estimativa anterior. Para o verão milho, houve uma redução de 0,5% na estimativa de produção, para 26 milhões de toneladas, devido à queda de 5,6% na produtividade esperada para Santa Catarina, causada por irregularidades climáticas.
A segunda safra de milho, que representa a maior parte da produção brasileira, também apresentou uma queda de 5,2% na projeção, para 105,8 milhões de toneladas, devido à menor produtividade.
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