Camarote Nº1: O Carnaval do Rio virou negócio! 💰 A Holding Clube, liderada por Tati Oliva e Márcio Esher, mostra como o evento movimenta R$ 80 milhões por ano. Inovação, drones e novas experiências impulsionam o sucesso. Descubra!
Por muito tempo, o Carnaval no Rio era sinônimo de improviso, uma celebração que se desenrolava na avenida, com cores vibrantes, música contagiante e uma atmosfera de pura alegria. Mas, com o evento movimentando bilhões de reais, essa dinâmica mudou drasticamente.
O que antes era apenas festa agora se tornou um negócio complexo, com planejamento estratégico, impostos, KPIs e a busca por um retorno esperado. O Camarote Nº1, com seus 35 anos de história e operado pela Holding Clube, exemplifica essa transformação, consolidando-se como um dos exemplos mais claros de como o Carnaval do Rio se tornou uma economia real.
Inicialmente, o Camarote Nº1 era simplesmente um espaço privilegiado na Marquês de Sapucaí, um local de encontro para quem queria ter uma vista especial do desfile. No entanto, com o crescimento do evento e o aumento do seu impacto econômico, o camarote passou a ser estruturado como um ativo econômico, com um ecossistema de negócios que movimenta cerca de R$ 80 milhões por ano.
Essa movimentação inclui bilheteria, patrocínios, royalties, produtos licenciados e eventos proprietários que se estendem além do período do Carnaval.
A equipe do Camarote Nº1, liderada por Tati Oliva e Márcio Esher da Holding Clube, compreende que o sucesso reside na constante busca por inovação e na otimização de processos. A operação envolve uma equipe fixa de 15 a 20 pessoas ao longo do ano, além de mais de 600 profissionais durante a execução do evento.
Uma das inovações mais notáveis é a utilização de drones para monitorar o trânsito, ajustando rotas e minimizando o impacto do engarrafamento na chegada e saída dos convidados. Além disso, a equipe realiza pesquisas com o público, ajusta a circulação, amplia áreas como o restaurante e revisa a experiência completa, buscando sempre melhorar o que já é bom.
A Holding Clube percebeu que o crescimento do negócio não viria apenas da expansão do camarote, que é limitado por definição. Dessa leitura nasceu o Clube Nº1, uma plataforma de experiências que reúne projetos como o Réveillon Arcanjos Nº1, a Torcida Nº1 e presença no Tomorrowland Brasil, com planos de expansão internacional.
A ideia é acompanhar esse público ao longo do ano, em experiências que cruzam música, esporte, moda e entretenimento. O Camarote Nº1 gera caixa, o clube dá fôlego. A estratégia de patrocínio também passou por uma transformação, deixando de ser apenas uma vitrine para se tornar um motor do negócio.
As marcas agora pagam por categorias, entrega e performance, e a Domino’s, por exemplo, opera dentro do camarote, mas também usa a plataforma Nº1 como canal de relacionamento ao longo do ano.
A loja do Nº1, instalada dentro do camarote, virou vitrine para novos negócios. Só o copo Stanley personalizado com a marca gerou cerca de R$ 150 mil em faturamento. A aposta mais simbólica dessa estratégia é a fragrância Essência Nº1. O Brasil é o segundo maior mercado de fragrâncias do mundo, estimado em R$ 16 bilhões.
Globalmente, o setor deve sair de US$ 56,6 bilhões em 2024 para US$ 74,7 bilhões até 2030.
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