Em diversos setores, desde o streaming até o fast food, empresas estão investindo em chatbots como forma de aprimorar a experiência do usuário, aproximar-se dos consumidores e oferecer um atendimento mais personalizado. Assim como outras ferramentas de inteligência artificial (IA), os chatbots visam automatizar tarefas e fornecer serviços em tempo real, otimizando processos e a interação com os clientes.
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Um estudo realizado por uma empresa de software especializada em atendimento ao cliente revelou que 59% dos consumidores desejariam que as empresas utilizassem os dados coletados para criar experiências personalizadas. Adicionalmente, 62% dos clientes preferem receber recomendações específicas, em vez de sugestões genéricas, demonstrando a importância da individualização no atendimento.
Exemplos de Implementação de Chatbots
Diversas empresas já estão utilizando chatbots de diferentes formas. A Uber, por exemplo, aprimorou seu serviço nos Estados Unidos, permitindo que os usuários solicitem viagens através do Facebook Messenger, sem a necessidade de acessar o aplicativo.
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A Vivo, por sua vez, utiliza um chatbot tanto no aplicativo quanto no site para complementar o atendimento em diversas áreas. Através dele, os clientes podem obter informações sobre seus planos, acionar o suporte técnico ou conversar com um atendente humano.
A Casas Bahia introduziu o ‘Bahianinho’ em 2017, um assistente virtual que auxilia nas compras na loja virtual. Atualmente, o chatbot também é utilizado na comunicação com clientes em ações de marketing e nas redes sociais.
A Magazine Luiza também implementou um chatbot, a ‘Lu’, para auxiliar no pós-venda, mas que também se expandiu para outras áreas de atendimento ao cliente. Utilizando tecnologia de deep learning, o chatbot é capaz de identificar erros gramaticais e gírias, tornando a interação mais natural.
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A Cacau Show estabeleceu uma parceria com a BlueShift, resultando em um chatbot que atua como assistente virtual, auxiliando clientes em dúvidas e solicitações de suporte em pedidos e compras.
No Itaú, o chatbot atua como um consultor financeiro, oferecendo dicas personalizadas com base nas movimentações do usuário na conta.
A Sephora utiliza inteligência artificial para sugerir os melhores produtos para seus clientes, com base em um questionário sobre suas preferências.
A Disney empregou chatbots na divulgação do lançamento do primeiro filme de Judy Hopps, a coelha detetive, permitindo que os usuários desvendas desafios temáticos.
O Bradesco desenvolveu a BIA, disponível no WhatsApp, Alexa e telefone, para realizar transações, consultar saldo e limite, encontrar agências e esclarecer dúvidas.
O Burger King utilizou um chatbot não para os clientes, mas para candidatos a vagas de trabalho, permitindo que enviassem currículos e conhecessem as oportunidades através do WhatsApp.
A Natura criou a Nat, que se tornou um personagem e face da marca, auxiliando clientes com dúvidas e recomendações de produtos, além de ter seu próprio perfil nas redes sociais.
A eBay utiliza o Facebook Messenger para implantar seu chat, o ShopBot, que busca ajudar compradores a encontrar os itens que procuram.
