China dispara no comércio exterior! Crescimento de 18,3% em 2026 atinge US$1,12 trilhão. Produtos de alto valor impulsionam exportações e consumo interno. Saiba mais!
O comércio exterior da China registrou um desempenho notável no período de janeiro a fevereiro de 2026, alcançando um valor de 7,73 trilhões de yuans (aproximadamente US$1,12 trilhão). Essa marca representa um crescimento de 18,3% em comparação com o mesmo período de 2025, conforme dados divulgados pela Administração Geral das Alfândegas na terça-feira.
O resultado positivo reflete uma combinação de fatores, incluindo o aumento das exportações, o incremento das importações e o forte consumo interno durante o feriado do Ano Novo Chinês.
As exportações somaram 4,62 trilhões de yuans, atingindo uma alta anual de 19,2%. Um destaque importante foi o crescimento de 24,3% nas exportações de produtos mecânicos e elétricos de maior valor agregado, que representam uma parcela significativa da pauta exportadora chinesa.
Paralelamente, o consumo interno, impulsionado pelo feriado, elevou a demanda por produtos importados, resultando em um aumento nas importações de equipamentos mecânicos e elétricos, minério de ferro e petróleo bruto, todos com crescimento de dois dígitos.
Este desempenho positivo ocorre após o comércio exterior chinês ter crescido 3,8% em 2025. Analistas apontam que medidas de estímulo por parte de governos locais e departamentos administrativos, juntamente com a busca por novos mercados por parte das empresas exportadoras, contribuíram para esse crescimento.
Huang Qunhui, pesquisador do Instituto de Economia da Academia Chinesa de Ciências Sociais, ressaltou que o cenário atual oferece uma base sólida para o comércio exterior ao longo de 2026, impulsionado pela modernização da indústria manufatureira e pelo estímulo à demanda doméstica.
O ministro do Comércio, Wang Wentao, confirmou a tendência observada em 2025, mas também alertou para os desafios no cenário internacional, incluindo o impacto de conflitos geopolíticos na ordem econômica global e nas cadeias de suprimentos. Ele enfatizou a necessidade de manter a estabilidade do comércio global diante da crescente volatilidade.
Entre os parceiros comerciais da China, a Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) manteve a liderança, com um comércio de mais de 1,24 trilhões de yuans entre janeiro e fevereiro de 2026, crescendo 20,3% em relação ao ano anterior.
A União Europeia e a América Latina também apresentaram um crescimento significativo em suas trocas comerciais com a China, enquanto as transações com países africanos avançaram 34,2%. Em contrapartida, o comércio com os Estados Unidos registrou uma queda de 16,9%.
O comércio da China com países participantes da Iniciativa Cinturão e Rota também cresceu 20%, alcançando 4,02 trilhões de yuans nos dois primeiros meses de 2026. Essa expansão demonstra o alcance global da influência econômica da China.
O governo chinês busca manter um crescimento equilibrado no comércio exterior em 2026, com foco na estabilização das exportações e na ampliação do acesso de produtos estrangeiros ao mercado interno. O país pretende aumentar as importações de produtos agrícolas, bens de consumo, equipamentos industriais e componentes, além de expandir o comércio digital e o comércio verde.
A China visa incentivar as exportações de produtos relacionados à inteligência artificial, equipamentos de energia limpa e outras tecnologias, visando ampliar as fontes de crescimento do comércio exterior nos próximos anos.
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