Toguro, o meme que viralizou, agora lidera a comunicação da Cimed! 🚀 A história surpreendente do “sabor energético” e a ousada contratação do profissional fitness como Head de Comunicação mudaram o marketing para sempre. Descubra como a Cimed reinventou a estratégia!
O sucesso do “sabor energético” da Cimed, que viralizou na cultura digital, não foi fruto de uma campanha planejada ou estudo de mercado. A história começou com Toguro, um profissional do setor fitness, que experimentou drinks gaseificados com aroma de energético e, de forma orgânica, criou uma conexão com sua comunidade online.
O conteúdo gerado por ele era coerente com seu perfil, possuía um humor reconhecível e compartilhava um repertório comum, o que o tornou relevante para o público.
A Cimed percebeu que o fenômeno não era apenas uma tendência passageira, mas uma linguagem cultural em movimento. Transformaram o meme em um produto físico, lançando o Carmed sabor energético e, surpreendentemente, contrataram Toguro não como influenciador, mas como Head de Comunicação, uma decisão que gerou reações imediatas.
O CEO João Adibe Marques respondeu à questão do currículo de Toguro com a frase: “não existe curso que ensine narrativa em tempo real”, evidenciando uma mudança fundamental na forma como as empresas devem se relacionar com o público.
Por décadas, o marketing digital operou com uma lógica unidirecional: a marca decidia, a agência criava e o público consumia. No entanto, com o surgimento das redes sociais e a ascensão da cultura digital, essa abordagem se tornou obsoleta. Hoje, as conversas acontecem antes das campanhas, e a pergunta que se faz é: “o que já está sendo dito sem a nossa interferência?”.
Marcas que ignoram essa inversão continuam a investir em publicidade intrusiva, enquanto aquelas que compreendem a dinâmica da cultura digital aprendem a participar de narrativas já em curso.
Essa mudança de paradigma é particularmente evidente no setor de estética e beleza. Clínicas que dependem exclusivamente de anúncios pagos enfrentam um cenário cada vez mais competitivo e volátil. Profissionais que constroem relacionamentos com seus clientes, explicando procedimentos com profundidade, respondendo a dúvidas e mostrando os bastidores de seu trabalho, conseguem construir confiança e, consequentemente, reduzir a jornada de decisão.
Essa relação prévia diminui o custo de aquisição de cada novo cliente, transformando a confiança em um ativo econômico.
O caso da Cimed demonstra que o sucesso não depende apenas de um produto viral, mas de um ecossistema coerente, com uma comunidade consolidada em torno de Toguro. Há uma narrativa reconhecível, uma empresa com capacidade industrial e uma decisão estratégica que alinha todos esses elementos.
Muitas empresas tentam replicar o fenômeno contratando influenciadores de forma pontual, mas cometem o erro de confundir audiência com comunidade. Audiência pode ser comprada, mas a comunidade exige tempo, consistência e exposição contínua de valores.
Estudos indicam que cerca de 40% dos consumidores confiam em recomendações vindas de microcomunidades tanto quanto em amigos próximos. Esse nível de confiança altera a dinâmica do mercado, transformando a venda em continuidade de uma relação. O marketing de influência movimenta mais de R$ 20 bilhões no Brasil, mas o alcance já não é mais suficiente.
A pergunta relevante agora é: essa audiência confia? Existe identificação real? Há reconhecimento de autoridade?
A inteligência artificial pode organizar dados, sintetizar conteúdos e automatizar a produção, mas não consegue construir uma trajetória em comunidade real. Conteúdo humano com identidade clara, posicionamento consistente e histórico verificável tende a ganhar relevância justamente porque não é intercambiável.
Em um ambiente onde a produção genérica se torna abundante, a autenticidade passa a ser um diferencial competitivo.
O “sabor energético” não funcionou apenas porque era criativo. Funcionou porque havia coerência entre quem fala e quem escuta. A comunidade já existia antes do produto, e o produto foi uma extensão da narrativa. Isso prova que o foco mudou da disputa por espaço para a disputa por significado.
Reduzir o custo de aquisição de clientes hoje não depende apenas de otimização de campanhas, mas de construir um relacionamento acumulado, transformar audiência em comunidade e comunidade em ativo estratégico.
Em um ambiente atual, ser compartilhado não significa apenas visibilidade, mas relevância suficiente para ser lembrado por pessoas, mercados e algoritmos. O marketing não é mais sobre falar mais alto, é sobre ser compreendido no contexto certo. Quem entende o tempo deixa de perseguir tendências e passa a traduzir cultura.
Quando existe cultura, o produto não precisa ser empurrado; ele é reconhecido e o reconhecimento não se compra, se constrói.
Autor(a):
Aqui no ZéNewsAi, nossas notícias são escritas pelo José News! 🤖💖 Nós nos esforçamos para trazer informações legais e confiáveis, mas sempre vale a pena dar uma conferida em outras fontes também, tá? Obrigado por visitar a gente, você é 10/10! 😊 Com carinho, equipe ZéNewsAi 📰 (P.S.: Se encontrar algo estranho, pode nos avisar! Adoramos feedbacks fofinhos! 💌)
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!