Citi Aposta em Recuperação do Dólar e Desafia Previsões de Crise em 2026

Citi contrasta previsões e aposta na recuperação do dólar em 2026! Bancos divergem sobre futuro da moeda americana. Citi projeta alta do DXY e Euro em queda!

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(Imagem de reprodução da internet).

Enquanto a maioria dos grandes bancos nos Estados Unidos apostava em um dólar mais fraco ao longo de 2026, o Citi se posicionava de forma diferente, demonstrando otimismo em relação à recuperação da moeda americana. O banco americano acreditava que os investidores estavam subestimando o potencial do dólar, impulsionado por uma expectativa de recuperação da economia dos EUA.

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Segundo o estrategista Daniel Tobon, o dólar ainda era influenciado por fatores cíclicos, e não por mudanças estruturais no mercado.

Desempenho do Dólar em 2025 e Perspectivas para 2026

O desempenho mais fraco do dólar observado no segundo semestre de 2025 foi, em parte, resultado da postura mais branda do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, que buscava reduzir as taxas de juros. As incertezas em torno das tarifas de importação impostas pelo então presidente Donald Trump também contribuíram para a desvalorização da moeda.

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O Citi projetava que o índice DXY, que mede a força do dólar em relação a outras moedas importantes, atingisse 102,7 pontos em seis a doze meses. Em contraste, o Morgan Stanley previu uma queda de cerca de 5% no DXY, para 94 pontos, e o Bank of America (BofA) esperava uma depreciação da divisa americana a partir do segundo trimestre de 2026.

O Euro e a Resistência do Dólar

O Citi também observava dificuldades para o euro se valorizar em relação ao dólar. O par EUR/USD não conseguia superar a média móvel de 200 meses, indicando uma resistência à alta. Níveis recentes, como 1,18, também atuavam como um limite para o euro.

O banco projetava uma queda do EUR/USD em direção a 1,10, o que significaria que cada euro compraria menos dólares. O Citi via essa correção como natural, após o euro não sustentar avanços recentes e romper tendências de alta. A projeção dependia da manutenção da independência do Fed, da ausência de uma piora no mercado de trabalho nos EUA e de um cenário de inflação contido na Europa, evitando que o Banco Central Europeu subisse as taxas de juros.

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