Construtechs: Investimentos Caem Drasticamente – O Futuro da Construção em 2026

Investimentos em construtechs despencam! Em 2025, volume cai drasticamente, mas startups inovadoras buscam soluções eficientes. Descubra!

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(Imagem de reprodução da internet).

Construtechs: Investimentos em 2025 Mostram Redução em Relação a 2022

Uma análise comparativa entre os investimentos em construtechs em 2022 e 2025 revela uma desaceleração significativa. Em 2022, o volume total de investimentos atingiu R$ 621 milhões. Em 2025, esse número foi reduzido para apenas R$ 16 milhões, composto por apenas três acordos.

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O Cenário Atual das Inovações

O especialista Daniel Grossi, cofundador da Liga Ventures, observou que o momento das construtechs indica um setor ainda cauteloso em relação a investimentos e à adoção de inteligência artificial. No entanto, a indústria está longe de estar parada, vivendo um ciclo inevitável de modernização, impulsionado por industrialização, digitalização e novas tecnologias de produtividade.

Número e Categorias de Startups

O levantamento aponta para um total de 267 startups ativas, utilizando diversas tecnologias para transformar o setor da construção civil. Cerca de 20% dessas startups foram criadas entre 2020 e novembro de 2025. As principais categorias de construtechs incluem: cotação e compra de insumos (16%), construção modular (12%), gestão e controle de obra (8%), realidade virtual e interatividade (8%) e conteúdo e educação (6%).

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Maturidade das Startups

O estudo revela que as construtechs estão distribuídas em 24 categorias e 81% delas têm foco no mercado B2B. Adicionalmente, 29 das startups utilizam inteligência artificial em suas soluções, abrangendo aplicações como automação de projetos arquitetônicos e engenharia, gestão inteligente de obras e canteiros, monitoramento com visão computacional e gêmeos digitais, e outras.

Análise da Maturidade

A análise da maturidade das construtechs mapeadas indica que 37% estão em fase estável, 30% são emergentes, 22% são nascentes e 11% são consideradas disruptoras. Grossi acredita que o ritmo mais lento de inovação cria um ambiente propício para que startups que abordem desafios reais, como a eficiência de obra, a previsibilidade de custos e a redução de desperdícios, possam se destacar e ocupar espaços de liderança.

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