Contratações erradas custam caro! Estudo da Harvard aponta perdas de 30% a 150% do salário. Descubra como a Pressa impacta sua empresa. Saiba mais!
Uma contratação inadequada pode gerar perdas significativas para uma empresa, variando de 30% a 150% do salário anual de um profissional. Segundo um estudo da Harvard Business Review, esses custos incluem desligamentos, novos processos seletivos, queda na produtividade e impacto negativo no desempenho da equipe.
Muitas organizações, no entanto, tratam a contratação como uma mera tarefa operacional, focando apenas na preenchimento rápido de vagas.
Essa abordagem, que prioriza a urgência em vez de critérios claros, leva a decisões sobre pessoas baseadas em impulsos, em vez de uma análise estratégica. O resultado é um efeito que se manifesta não apenas nos custos diretos, mas também a médio prazo.
Problemas como baixa performance, conflitos internos e um aumento na rotatividade de funcionários são frequentemente sintomas de escolhas mal estruturadas no processo de contratação.
A cultura de uma empresa é construída ao longo do tempo, através de decisões repetidas e de cada contratação realizada. Cada nova admissão reforça os comportamentos e as prioridades internas da organização. Empresas que apresentam crescimento consistente consideram as contratações como decisões de longo prazo, priorizando a definição de quem sustentará o negócio nos próximos anos.
Daniel Monteiro, fundador da Yellow., ressalta a importância de considerar o impacto subestimado dessas decisões. Ele enfatiza que “Toda empresa é reflexo das decisões que toma sobre pessoas. Quando os critérios são frágeis, o problema surge adiante, em forma de baixa performance e conflitos culturais”.
A liderança desempenha um papel crucial no processo de contratação, definindo quais competências são valorizadas e quais comportamentos são incentivados. Contratações baseadas em afinidade ou conveniência aumentam o risco de problemas. Times homogêneos tendem a repetir padrões e a limitar a diversidade de pensamento.
É fundamental que as empresas definam claramente o cargo a ser preenchido, mapeando o problema que ele deve resolver. “Contratar sem critério claro é terceirizar o futuro da empresa ao acaso”, afirma Monteiro.
Em contrapartida, empresas mais estruturadas investem na definição de critérios técnicos e comportamentais, alinhando expectativas entre a liderança e a equipe de recrutamento. Nesse modelo, a contratação deixa de ser medida pela velocidade e passa a ser avaliada pela coerência cultural e pelo impacto no resultado final.
“Empresas maduras não contratam para preencher vagas, contratam para sustentar decisões de longo prazo”, afirma Monteiro. A contratação, nesse contexto, vai além da simples composição de um time, influenciando a liderança, a cultura e o desempenho financeiro da empresa ao longo do tempo.
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