Copa 2026: Boom no varejo? Relatório Santander prevê desaceleração! 😱
Empresas como SBF e Mercado Livre lucram, mas varejistas de moda sofrem! 📉
Relatório aponta para impacto menor que o esperado na economia brasileira
A Copa do Mundo de 2026 promete atrair a atenção do consumidor brasileiro, mas a expectativa de um boom no varejo é, na verdade, mais modesta do que se imagina. Um relatório recente do Santander aponta que os ganhos do torneio tendem a se concentrar em um número limitado de empresas, resultando em uma desaceleração nas vendas, principalmente nos segmentos que dependem fortemente de lojas físicas, como o setor de moda.
Um dos fatores cruciais para entender o impacto da Copa é o horário das partidas. Devido à diferença de fuso horário em relação aos países-sede, a maioria dos jogos será disputada fora do horário comercial, o que pode reduzir as interrupções nas operações das lojas.
No entanto, isso não elimina a queda no fluxo de consumidores em dias de jogo, o que pode afetar as vendas.
O desempenho da seleção brasileira também desempenha um papel fundamental. Uma eliminação precoce, com apenas três partidas, terá um impacto menor do que uma campanha completa, com oito jogos. O histórico das Copas do Mundo demonstra que o desempenho da seleção tem um efeito significativo no varejo.
O Grupo SBF, por exemplo, é apontado como um dos principais beneficiados, impulsionado pela venda de camisas da seleção e artigos esportivos. A estimativa é de um aumento de receita de cerca de R$ 390 milhões em 2026, superior aos R$ 250 milhões gerados na Copa de 2022.
A empresa planeja encomendar aproximadamente 850 mil camisas, um volume 21% maior do que no último Mundial. O e-commerce também se destaca, com o Mercado Livre podendo ganhar participação na venda de TVs e eletrodomésticos, impulsionado pela migração temporária do consumo do físico para o digital.
Casas Bahia e Magazine Luiza também devem se beneficiar desse movimento, com um efeito comparável a uma Black Friday adicional.
Por outro lado, algumas empresas enfrentam um cenário mais desafiador. Varejistas de moda, como C&A, Guararapes e Lojas Renner, que dependem fortemente de lojas físicas e do fluxo de consumidores, são os mais afetados. A Vivara também deve sentir o impacto, embora de forma mais limitada, devido ao seu ticket médio mais alto.
Farmácias, como RD Saúde e Pague Menos, enfrentam apenas um vento contrário moderado, dado o caráter essencial dos produtos. Nos supermercados, como Assaí, GPA e Grupo Mateus, o impacto tende a ser limitado, com a demanda por itens específicos, como carnes para churrasco e bebidas alcoólicas, podendo compensar parte da queda no tráfego.
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