A Comissão de Justiça do clube concluiu sua apuração sobre o uso indevido de um cartão corporativo pelo ex-presidente do Corinthians, classificando a conduta como gestão temerária. A decisão se baseia no fato de que o dirigente utilizou recursos do clube para benefício próprio, prejudicando a imagem do clube.
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O órgão responsável recomenda o ressarcimento aos cofres do clube e a implementação de medidas de controle mais rigorosas.
Defesa e Possíveis Punições
Andrés Sanchez admitiu ter feito uso pessoal do cartão, alegando que se tratou de um engano. Sua defesa argumenta que o caso está sendo “espetacularizado”. Diante disso, ele pode ser submetido a punições, que serão debatidas pelo Conselho Deliberativo, presidido por , que enfrenta pressão de torcidas organizadas.
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Possibilidade de Abertura de Procedimento Ético-Disciplinar
Para garantir a análise das possíveis penalidades, Andrés Sanchez tem a opção de abrir um procedimento ético-disciplinar na Comissão de Ética, buscando a aplicação de penas administrativas. Isso poderia incluir o desligamento do quadro associativo.
Consequências para Conselheiros Vitalícios
A expulsão de Andrés, que é conselheiro vitalício, seria debatida no âmbito da gestão temerária, conforme previsto no estatuto do clube. No entanto, não há detalhes sobre as punições para conselheiros com status vitalício.
Critérios para Desligamento do Quadro Associativo
O estatuto do clube estabelece diversos motivos para o desligamento de associados, incluindo a reincidência em atos punidos com suspensão, o não pagamento de contribuições associativas, condenações por crimes hediondos, atos que denigrem a imagem do clube e a prática de atos que violem a moral social desportiva.
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Investigação do Ministério Público e Casos Anteriores
Além da investigação interna, Andrés Sanchez é alvo de apuração do Ministério Público, devido à divulgação de documentos que mostravam seus gastos pessoais no cartão corporativo do Corinthians. O caso se inspira em outros episódios, como o que levou ao desligamento de Alberto Dualib em 2008, e na postura adotada por Carlos Senger, que também resultou na perda do seu quadro associativo.
