Corinthians Homologa Plano de Reestruturação! 🤯 R$ 450 Milhões para quitar dívidas e evitar caos! Saiba como o Timão vai se reerguer. Clique e confira!
A Justiça de São Paulo oficializou um passo crucial na organização das finanças do Corinthians. Foi aprovado o Regime Centralizado de Execuções (RCE), que valida o plano de pagamento das dívidas cíveis do clube, somando aproximadamente R$ 450 milhões.
Esse montante abrange diversas categorias de credores, incluindo indenizações trabalhistas, obrigações contratuais, débitos com empresários, fornecedores e até mesmo valores devidos a jogadores.
O RCE, previsto na Lei da SAF (Sociedade Anônima do Futebol – Lei 14.193/2021), visa simplificar o processo de cobrança, evitando que execuções individuais causem interrupções e dificuldades operacionais para o clube. O cronograma de pagamento, que começará em março de 2026, prevê que 60% da dívida seja quitada nos primeiros seis anos, por meio de pagamentos mensais.
Os 40% restantes serão pagos em um período de quatro anos subsequentes.
A ordem de recebimento dos valores será organizada em uma “fila” de credores, seguindo critérios estabelecidos pela Lei da SAF e decisões judiciais. Prioridade é dada a grupos vulneráveis, buscando acordos que beneficiem o clube. Credores que continuam gerando receitas para o clube, como empresários ou fornecedores com contratos ativos, também terão tratamento preferencial.
Credores com dívidas mais antigas ficarão no final da fila, recebendo seus valores de forma igualitária após a conclusão dos pagamentos aos grupos prioritários.
Em caso de empates nos critérios de prioridade, a decisão final será definida pela Justiça e pela administradora judicial, com base no plano homologado. Após a aprovação, o clube deverá consolidar uma lista completa de credores, distribuir os valores já depositados em contas judiciais e obter os dados bancários de todos os credores para iniciar os pagamentos.
Apesar da homologação, o Corinthians poderá seguir com suas atividades esportivas, como a contratação de jogadores, desde que não contraia novas dívidas cíveis sem a aprovação judicial.
É importante ressaltar que o plano homologado é irrevogável e não pode ser interrompido, sob pena de sanções graves para o clube, como o retorno ao regime anterior de cobranças individuais, com o risco de bloqueios e penhoras. A expectativa é que essa medida traga previsibilidade e segurança financeira para o Timão, além de evitar o caos que ameaçava o clube.
Agora, o foco está no cumprimento rigoroso do plano e na geração de receitas para honrar os compromissos, com a torcida acompanhando de perto o andamento do processo.
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