Crise em Caracas: Sequestro de Maduro Ameaça Mercados Globais e Economia Brasileira

Nicolás Maduro sequestrado! Mercados em alerta após ação EUA na Venezuela. Ouro sobe e risco geopolítico global dispara! Saiba mais.

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(Imagem de reprodução da internet).

Mercados Reagem com Cautela ao Sequestro de Maduro

A segunda-feira, 5 de janeiro, traz um cenário de cautela nos mercados financeiros após o inesperado sequestro do ditador venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, realizado por tropas americanas em Caracas na madrugada do sábado (3). A primeira impressão dos investidores é de que o evento na Venezuela terá pouca influência imediata nos preços dos ativos, mas que pode gerar preocupações no médio prazo, elevando o risco geopolítico global.

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Impacto Inicial nos Mercados

O principal impacto observado até agora foi no preço do ouro, que subiu 2% em Londres, atingindo US$ 4.419 por onça-troy. No entanto, os preços do petróleo, principal produto da Venezuela e responsável por apenas 1% da oferta mundial, permanecem estáveis.

O contrato futuro de fevereiro do barril de petróleo do tipo Brent, referência para a Petrobras, registrou uma leve queda de 0,08%, situando-se em US$ 60,70.

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Índices Acionários e Volatilidade

Os contratos futuros dos principais índices acionários americanos apresentaram pequenas altas no pré-mercado. O índice de volatilidade VIX, que mede o medo no mercado, subiu para 15,16 pontos, um aumento de 4,48%, embora ainda abaixo dos cerca de 26 pontos registrados no final de novembro.

Incertezas e Perspectivas Futuras

A principal dúvida que paira no mercado é o impacto a longo prazo do risco geopolítico. A situação na Venezuela tem colocado a América Latina em destaque, similar a tensões em outros locais como Ucrânia, Oriente Médio e a relação entre China e Taiwan.

Os investidores estão aguardando para ver se este incidente influenciará as ações de outras grandes potências.

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Dados Econômicos do Brasil – Relatório Focus

O relatório Focus da balança comercial de dezembro, com expectativa de superávit de US$ 6,39 bilhões (contra US$ 5,84 bilhões no mês anterior), reflete a continuidade do cenário positivo. Ainda há incertezas sobre o impacto da situação geopolítica na economia brasileira.

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