Crise no Crédito Livre: Inadimplência Dispara para Nível Alarmante em 2026!

Crédito Livre em Alerta Vermelho! Inadimplência dispara para 5,5% em janeiro de 2026 e preocupa o Banco Central. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Inadimplência em Crédito Livre Atinge Novo Máximo em Janeiro

A inadimplência em operações de crédito com recursos livres, aquelas negociadas diretamente entre bancos e clientes, apresentou um desempenho preocupante em janeiro de 2026, registrando um aumento para 5,5%. Este é o maior patamar observado desde agosto de 2017, conforme dados divulgados pelo Banco Central.

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O índice de inadimplência havia se mantido em 5,4% no mês anterior, dezembro de 2025, indicando uma tendência de piora no cenário.

A alta acumulada em 12 meses representa um aumento de 1,1 ponto percentual, um reflexo direto da persistência das taxas de juros elevadas. Após um período de aperto monetário encerado em julho, o Banco Central manteve a taxa Selic no nível mais alto em quase duas décadas.

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No entanto, a instituição sinalizou a possibilidade de iniciar um ciclo de cortes nas taxas a partir do mês seguinte, impulsionado por sinais de estabilização na economia.

O Banco Central, em seu Relatório de Política Monetária de dezembro, associou essa melhora à revisão das regras de classificação de crédito, com a expectativa de mudanças ao longo de 2025. Além disso, já se observam tendências de desaceleração no indicador.

Dados recentes revelaram uma queda de 18,9% na concessão de empréstimos em janeiro, em comparação com dezembro de 2025, resultando em uma redução de 0,2% no estoque total de crédito do sistema financeiro, que atingiu R$ 7,116 trilhões.

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As operações com recursos livres apresentaram uma retração ainda maior, com uma queda de 17,2% nas novas concessões. Em contraste, os financiamentos com recursos direcionados, que seguem regulamentações governamentais, registraram uma redução mais acentuada de 32,9%.

A taxa de juros do crédito livre subiu para 47,8% ao ano, um aumento de 1,2 ponto percentual em relação ao mês anterior, enquanto nos recursos direcionados, os juros permaneceram em 11,6% ao ano, com um acréscimo de 0,2 ponto. O spread bancário, que representa a diferença entre o custo de captação das instituições e a taxa final cobrada dos clientes, também aumentou, atingindo 34,3 pontos percentuais nas operações com recursos livres, em comparação com 33,0 pontos em dezembro.

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